sábado, 20 de fevereiro de 2010

SOPA DE LIXO NO OCEANO PACIFICO !



Que mundo estamos vivendo ? E pra onde será que vamos no futuro ?
Faça sua parte: RECICLE !


As águas às vezes, formam redemoinhos que concentram objetos flutuantes em seu centro. Não sei se vocês já notaram esse fenômeno mas certamente não é difícil imagina-lo: as águas da periferia do redemoinho passam tão rápidas que não carregam as águas do seu centro daí, qualquer objeto flutuante que fique preso no centro do redemoinho não consegue sair mais de lá. Imaginou?

Agora vamos ampliar um pouco esta cena: ao invés de um pequeno redemoinho em um riacho, imaginemos um corpo d´agua um pouco maior: o Oceano Pacífico. O Oceano Pacífico possui correntes que passam às margens dos continentes que o delimitam. Assim como no caso do riacho, estas correntezas deixam uma área central onde a água quase não é movimentada. Assim como no caso do riacho, esta área acumula objetos flutuantes na água. Mas que objetos seriam estes? A chocante resposta, meus caros, é plástico!

Sim, a região chamada de Giro Subtropical do Norte do Pacífico (apelidada de SOPA DO PACIFICO) está tomada por plástico (mais ou menos 34 milhões de km2, veja animnação: http://oceans.greenpeace.org/en/the-expedition/news/trashing-our-oceans/ocean_pollution_animation). Plásticos vindos de cidades que atiram seu lixo nos mares e nos rios, plásticos daquele banhista da praia e muito plástico vindo dos milhares de cargueiros que cruzam os nossos oceanos e representam 5% das emissões de CO2 globais. E pior: plástico de todos os tipo e tamanhos. Porque plástico exposto à radiação UV se quebra e some da nossa vista mas, o que acontece é que ele vira milhões de pedacinhos… de plástico. E o que é pequeno para nós é grande para outros animais marinhos, grande o suficiente para bloquear o seu sistema digestivo. Não são raros os casos de carcaças de aves marinhas contendo uma miríade de plástico em seu tubo digestivo. Outras vezes o pequeno é realmente pequeno, o suficiente para entrar na corrente sangüínea e, aos poucos, envenenar o animal.

Mas e as fotos de tal lixão? Muitas pessoas pensam no Lixão do Giro Subtropical do Norte do Pacífico como se fosse uma ilha de lixo flutuante. Na verdade ela está mais para uma sopa de plástico. Para percebê-la é preciso utilizar redes coletoras. O mais alarmante é que a proporção plâncton (pequenos seres vivos que pululam no mar)/pedaços de plástico é de 1:6!!!!! Tem seis vezes mais plástico do que plâncton! E existe plâncton pra dedéu no mar, mesmo em uma região com poucos nutrientes como o Giro.

Fonte:www.fotolog.com.br

Tritão e Sereia

TRITÃO

Na mitologia grega, Tritão era um deus marinho, filho de Poseidon (Neptuno na mitologia romana) e Anfitrite (Salácia); é geralmente representado com cabeça e tronco humanos e cauda de peixe. Era um fiel servidor de seus pais, atuando como seu mensageiro e acalmando as águas do mar pra que a carruagem de Poseidon deslizasse com segurança. Para tal ele se utilizava de búzios como instrumento, produzindo assim uma música apaziguadora.

SEREIA

As Sereias são as mulheres-pássaros segundo as fontes gregas, e as mulheres-peixes segundo as fontes nórdicas, que simbolizam principalmente os perigos do oceano e a morte no mar. Narrações posteriores tornaram-nas mulheres jovens vivendo no mar, sem a conformação de peixe (é o caso da "Siren" inglesa, diferente da "Mermaid", que tem cauda de peixe), como as Mulheres do mar das lendas bretãs, que são uma espécie de fadas marinhas.

Para a mitologia grega, elas viviam em uma ilha do Ponnant, perto da ilha da feiticeira Circe; mas o cadáver de uma delas, Partênope, foi encontrado na Campânia e deu seu nome à cidade que hoje se chama Nápoles (antes, Partênope).

Na antiguidade, as sereias eram também invocadas no momento da morte, por isso, muitas estátuas que as representavam eram encontradas nos sepulcros.

Deve-se acrescentar que se acreditava realmente na existência das sereias, sendo conhecidas várias histórias de sereias vivas.

A obra literária mais antiga que existe sobre elas se encontra na "Odisséia" de Homero, escrita no ano 850 a. C., na qual o herói, Ulisses, alertado pela feiticeira Circe, não cai prisioneiro de seus encantos, ao passar próximo da ilha onde habitam, tapando os ouvidos dos marinheiros e fazendo-se atar no mastro do navio. Desde então, as sereias passaram a ser um símbolo mitológico das artes da sedução e da atração feminina.

Fonte: Wiquipédia

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Camafeus



Quando mais jovem achava lindo usar Camafeu, eram adornos e já foram moda na minha adolescência, eu tinha alguns que colocava no pescoço com fita de veludo preta, claro que não eram valiosos, mas eu os adorava...
Mirtes


Sua História.

O camafeu surgiu por volta do ano 300 a.C., em Alexandria, sendo utilizado em jóias e adornos para roupas. Os camafeus, produzidos a partir da ágata, do ônix, da sardônica, etc, continham imagens de deuses, deusas, cenas mitólogicas e figuras femininas. As jovens mulheres do período Helenístico usavam camafeus com a figura do deus Eros como um convite sedutor ao amor.

O Papa Paulo II era um ávido colecionador de camafeus, e sua morte teria ocorrido por causa do número excessivo de jóias em camafeus que portava nos dedos, que lhe teriam causado uma pneumonia devido à sua temperatura fria.

Até o século XIX, os camafeus eram também utilizados por homens, que decoravam elmos, capacetes, peitorais de armaduras e punhos de espada, bem como broches e anéis.

Napoleão Bonaparte foi outra figura histórica apaixonada pelos camafeus, tendo fundado em Paris uma escola para ensinar a arte da produção de camafeus a jovens aprendizes.

Ao longo dos tempos, camafeus decoravam não somente jóias, como também vasos, baixelas, taças e copos. Eram bastante apreciados por nobres e pessoas ricas, entre os séculos XV e XIX. A Rainha Vitória, tendo mostrado predileção pelos camafeus, ditou moda entre as mulheres da época, que começaram a usá-los nas blusas, nos vestidos ou numa fita em volta do pescoço.

Fonte: Wiquipédia

Minha Amada Imortal...

A carta a Amada Imortal, encontrada após a morte de Beethoven, juntamente com o "Testamento Heiligenstadt" é composta de duas páginas duplas escritas em ambos os lados (8 páginas), de aproximadamente 200 x 238 mm e em uma única folha de aproximadamente 201 x 119 mm, também escrita em ambos os lados. Conseqüentemente um total de 10 páginas.

A carta foi escrita a lápis. A análise cuidadosa mostra que determinadas palavras tiveram de ser avivadas a lápis, numa tentativa de torná-las mais legíveis, sem dúvida por Anton Schindler, que usou parte da carta em fac-símile na terceira edição de sua biografia de Beethoven. As páginas foram numeradas por Schindler, destacando certas passagens, por exemplo, "Oh geh mit, geh mit" (literalmente, "oh vem com" ou então "vem comigo" ou "acompanhe-me").

Escolhi esses dois trechos da carta por achá-los lindos e poéticos...

Manhã de 6 de julho

Meu anjo, meu tudo, meu eu... Por que esta profunda tristeza quando é a necessidade quem fala? Pode consistir nosso amor em outra coisa que em sacrifícios, em exigências de tudo e nada? Esqueceu de que você não é inteiramente minha e de que eu não sou inteiramente seu? Oh, Deus!

Contempla a maravilhosa natureza e tranqüiliza seu ânimo na certeza do inevitável. O amor exige tudo e com pleno direito: eu para com você e você para comigo. No entanto, duvida tão facilmente que eu tenho que viver para mim e para você. Se estivéssemos completamente unidos, nem você nem eu estaríamos nos sentindo tão desolados. Minha viagem foi horrível...

Alegre-se, você é o meu mais fiel e único tesouro, meu tudo como eu para você. No mais, que aconteça o que tenha que acontecer e deva acontecer; os deuses saberão o que fazer...

Tarde de segunda-feira. Você sofre. Ah! onde estou, também ali está você comigo. Tudo farei para que possamos viver um ao lado do outro. Que vida!!! Assim!!! Sem você... perseguido pela bondade de algumas pessoas, que não quero receber porque não as mereço. Me dói a humildade do homem diante do homem. E quando me acho em sintonia com o Universo, o que sou e quem é aquele a quem chamam o Todo Poderoso? E sem dúvida... aí então aparece de novo o divino do homem. Choro ao pensar que provavelmente não receberá minha primeira carta antes de sábado. Tanto como você me ama, muito mais a amo!... Boa noite! Devo ir dormir. Oh, Deus! Tão perto! Tão longe! Não é nosso amor uma verdadeira morada do céu? E tão sólido como as muralhas do céu?!

7 de julho

Bom dia! Todavia, na cama se multiplicam meus pensamentos em você, minha amada imortal; tão alegres como tristes, esperando ver se o destino quer ouvir-nos. Viver sozinho me é possível, ou inteiramente com você, ou completamente sem você. Quero ir bem longe até que possa voar para os seus braços e sentir-me num lugar que seja só nosso, podendo enviar minha alma ao reino dos espíritos envolta em você. Você concordará comigo, tanto mais conhecendo minha fidelidade, e que nunca nenhuma outra possuirá meu coração; nunca, nunca...

Oh, Deus! Por que viver separados, quando se ama assim? Minha vida, o mesmo aqui que em Viena: sentindo-me só, angustiado. Você, amor, me tem feito ao mesmo tempo o ser mais feliz e o mais infeliz. Há muito tempo de que preciso de uma certeza em minha vida. Não seria uma definição quanto ao nosso relacionamento? Anjo, acabo de saber que o correio sai todos os dias. E isso me faz pensar que você receberá a carta em seguida.

Fique tranqüila. Contemplando com confiança nossa vida alcançaremos nosso objetivo de vivermos juntos. Fique tranqüila, queira-me. Hoje e sempre, quanta ansiedade e quantas lágrimas pensando em você, em você, em você, minha vida, meu tudo! Adeus, queira-me sempre! Não duvide jamais do fiel coração de seu enamorado Ludwig. Eternamente seu, eternamente minha, eternamente nossos.


— A Amada Imortal será sempre um mistério. Certos biógrafos afirmam que desconhecem, e até sugerem que, talvez a bem-amada de Beethoven, é alguém cujo nome ninguém nunca soube...

Fonte: /www.starnews2001.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cusquenho

Pessoal, tudo começou na minha ida a um bar dançante aqui em Recife chamado Downtown Pub - A Casa do Rock. Nesse dia estava se apresentando uma Banda cover do U2, foi ai que conheci um cara super simpático chamado Antonio, tornou-se amigo meu e do pessoal que estavam comigo. Balada vai, balada vem trocamos cartões de apresentação, até ai tudo bem, só que quando leio seu cartão vejo que ele era dono de uma loja chamada “O Feitor” localizada dentro da “Casa da Cultura” (antiga detenção, ou seja, onde funcionava antigamente um presídio e foi restaurado tornando-se um dos pontos turísticos da cidade, suas antigas celas foram transformadas em lojas artesanais).
Antonio, segundo apresentação do seu cartão, transportava para o Brasil e exterior Cusquenho, Molduras, Bonecos de Barro entre outros. Foi ai que veio o MICO e eu na minha santa ignorância pensei que danado é Cusquenho?? Não tive coragem de perguntar para Antonio, e ser tachada de BURRA!! , comecei a pesquisar verbalmente entre a turma que estavam comigo. – Gente vocês sabem o que é Cusquenho? - silencio total, algumas arriscadas nada haver que ignorei totalmente, então fui pesquisar em uma fonte segura que era meu Pai (um poço de sabedoria) foi quando ele me explicou: “Cusquenho é relativo a Cusco, uma cidade no Peru situada no sudeste do Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, seus habitantes são chamados de Cusquenhos, acredito que no caso de seu amigo sejam Obras Sacras que ele vende de Cusco, entendeu?”, sim claro. Ufaaa!! Que alivio agora posso conversar com Antonio sobre o seu trabalho e é lógico pesquisei mais sobre Cusco.
Beijos a todos.

Mirtes

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Enquanto Isso na Sala da Justiça...











Super-heróis brincam no Alto da Sé, em Olinda...

Gente é muito engraçado este bloco carnavalesco que encanta o Alto da Sé em Olinda-Pe.
O mais interessante no bloco é poder conferir super-heróis que só existem nas ladeiras de Olinda. Temos por exemplo o Super Obama, Supermercado, Super Coca Cola, Super Apagado entre outras fantasias Super-engraçadas, vale apena participar...eu já participei no início do bloco como diabinha, vestida de noiva e até como viúva, foi super-legal.

Mirtes

O bloco surgiu em 1994. Saiu da cabeça do produtor Walter Santos, conhecido por Tuco. A intenção era somente acompanhar os blocos infantis que desfilavam nas ruas da Cidade Alta, a exemplo do Eu Acho é Pouquinho e do Ceroulinhas. O nome da brincadeira Tuco já tinha: Enquanto Isso na Sala da Justiça. Ele reuniu amigos olindenses e inaugurou um dos blocos mais irreverentes e criativos do carnaval de Olinda. No primeiro ano foi somente uma festa na casa de um dos integrantes. No seguinte, colocaram o bloco na rua. No ano passado, conta a organização da Sala, houve cerca de 15 mil pessoas no bloco.

Fonte: www.new.divirta-se.uai.com.br