No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da Data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
Conquistas das Mulheres Brasileiras
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
Marcos das Conquistas das Mulheres na História
1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres
Fonte: suapesquisa
terça-feira, 9 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Orcas Baleias Assassinas??
Acredito que as baleias orcas não são ameaça ao homem porém o homem que é para elas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! . E esses parques tematicos? deveriam ser abolidos, detesto espetáculos que envolvam animais.. Infelizmente existem trágicos acidentes envolvendo treinadores de Orcas, mas, o animal não sabe que os seres humanos precisam subir a superficie para respirar...
Mirtes
Apesar de chamadas de “assassinas”, não há registro algum de ataque de orcas a seres humanos no seu meio natural. A má fama desse mamífero de cinco toneladas deve-se, na verdade, a um mal entendido. Quando os mergulhadores e baleeiros descobriram que as orcas, que vivem e comem em grupos de até 50 indivíduos, atacam baleias de diferentes espécies, as chamaram de “assassinas de baleias”, apelido que acabou virando “baleia assassina”. A orca, que na verdade é uma espécie de golfinho – ambos pertencem à mesma família – pode medir até 9,5 metros. Sua coloração negra no dorso ajuda a camuflá-la com o fundo do mar, enquanto que a barriga branca a confunde com a luz do sol, que vem da superfície, para quem a vê de baixo.
Fonte:www.vocesabia.net
Mirtes
Apesar de chamadas de “assassinas”, não há registro algum de ataque de orcas a seres humanos no seu meio natural. A má fama desse mamífero de cinco toneladas deve-se, na verdade, a um mal entendido. Quando os mergulhadores e baleeiros descobriram que as orcas, que vivem e comem em grupos de até 50 indivíduos, atacam baleias de diferentes espécies, as chamaram de “assassinas de baleias”, apelido que acabou virando “baleia assassina”. A orca, que na verdade é uma espécie de golfinho – ambos pertencem à mesma família – pode medir até 9,5 metros. Sua coloração negra no dorso ajuda a camuflá-la com o fundo do mar, enquanto que a barriga branca a confunde com a luz do sol, que vem da superfície, para quem a vê de baixo.
Fonte:www.vocesabia.net
Aborígene
Os Aborígenes da Austrália foram simplesmente levados à beira da extinção pelos colonizadores Ingleses, e hoje representam somente 1% da população, ou seja, cerca de 200 mil. Quando o Inglês chegou na Austrália, haviam mais de 300 mil Aborígenes, que habitavam o continente há mais de 25 mil anos (provado através de testes de carbono 14 em pinturas em pedras). Provavelmente nessa época, a Austrália era ligada à Nova Guiné e era muito mais verde e menos desértica do que hoje, incluindo vários rios caudalosos que se transformaram em córregos ou desapareceram.
Por volta de 1965 a população de Aborígenes puros chegou à pouco mais de 40 mil, pois foram literalmente massacrados pelos colonizadores e expulsos das terras produtivas, migrando para regiões desérticas ou para o Norte da Austrália. (um Inglês de pele clara e acostumado com clima frio, teria dificuldades em se adaptar ao calor infernal de quase 50 graus). Os Aborígenes são extremamente espiritualistas, e no início da colonização (1770) eram tão primitivos que não conheciam o metal. Os artefatos eram feitos ou de madeira, de pedra, ou de osso de animais. Aliás, o Boomerang, não era primariamente um instrumento de caça, e sim um brinquedo para divertimento nas aldeias esculpido na madeira que também era ultilizado algumas vezes como arma, mas o principal instrumento de caça Aborígene era mesmo a lança.
Curiosidade: É muito dificil encontrar nos dias de hoje, um Australiano que saiba jogar um Boomerang, apesar de serem vendidos em qualquer loja de Souvenir.
Por volta de 1806, o racismo dos colonizadores e soldados, chegou à um ponto que além de violar os locais sagrados, os caçavam que nem Cangurus, pelo puro prazer de um troféu. Os soldados das forças armadas da Coroa, visitavam localidades Aborígenes com o intuito de fazer amizade, oferecendo presentes, artefatos e outras coisas de interesse da aldeia. Na verdade, enquanto a alegre festa acontecia, outros soldados envenenavam com arsênico a comida e toda a agua potável que eles tinham. Vilas inteiras incluindo crianças foram varridas do mapa pelo uso de arsênico. O Rum, primeiramente importado da Inglaterra, era oferecido gratuitamente para aldeias Aborígenes, pois os Ingleses sabiam que eles tinham o hábito de beber sem parar por até uma semana consecutiva, até que o coma alcólico ocorresse. Os Ingleses se aproveitavam também do estado de embreaguês dos Aborígenes, para incitar guerras entre aldeias e deixar que eles mesmo se aniquilassem.
Mais tarde, os Aborígenes foram recrutados para trabalhar em fazendas de gado. O pagamento era ridículo comparado ao de um branco. Primeiro os fazendeiros alegavam que os Aborígenes não tinham intimidade com os cavalos (o que era verdade pois eles eram nômades e andavam sempre a pé), depois havia o problema do estilo de vida Aborígene, totalmente comungado com o meio ambiente e a natureza. Na verdade eles nem mesmo entendiam o porque de trabalhar criando vacas, pois a terra e o mar proporcionavam todo o sustento de que necessitavam. Eram tidos como vagarosos e insolentes, porém eram os únicos que aceitavam 2 libras de pagamento por semana, enquanto os brancos não aceitavam menos de 9. Somado a isso, os Aborígenes suportavam tranquilamente o calor, por ter pele bastante negra, ou cor de chocolate, enquanto o branco virava camarão frito com bolhas e queimaduras de sol.
Curiosidade: Nos dias de hoje, muitas fazendas ainda contratam peão-boiadeiro, porém as grandes fazendas devido as grandes extenções, usam helicópteros ou motorcicletas para tocar o gado.
Nos anos 1900 e alguma coisa, com a Austrália já independente da Inglaterra, mas ainda em plena discriminação racial contra qualquer indivíduo que não fosse de descendência Inglesa, um escândalo ainda maior aconteceu contra os Aborígenes. O Fato é conhecido como "The Lost Generation" ou a geração perdida, onde crianças Aborígenes eram adotadas e sumiam de suas aldeias para nunca mais serem vistas novamente. O Objetivo era de quebrar moralmente e psicologicamente qualquer tentativa Aborígene de interferência na vida e na política dos brancos. Recentemente John Howard, primeiro ministro da Austrália, lamentou publicamente este fato, mas não quis pedir desculpas oficiais. (Iria acarretar em milhões de Dólares em indenizações para as famílias ou seus descendentes).
Felizmente a coisa mudou e várias leis anti-discriminação foram introduzidas pelo governo para toda a Austrália. Discriminação racial passou a ser um crime muito sério, com punições severas, apesar de ainda existirem racistas de boca fechada. Para os Aborígenes de hoje, o governo instituiu um mundo de ajudas, facilidades e previlégios que o Australiano comum não tem. Apesar de muitos Aborígenes estarem bastante integrados na sociedade atual, incluindo forte atuação na política, nas artes, em todas as áreas de trabalho, e direito ao voto, a maioria ainda continua vivendo isoladamente em terras e regiões longe das grandes cidades. Infelizmente, parece que o passado ainda não foi totalmente esquecido por muitos deles que ainda se embreagam dias a fio.
Essa é uma história muito triste de tempos remotos com conseguências no presente e difícil de ser esquecida, mas o importante é que tanto o governo quanto a população incluindo os Aborígenes, estão superando esses fatos, e construindo um fututro com justiça e igualdade para todos os habitantes da Austrália.
Fonte: www.yesaustralia.com
Por volta de 1965 a população de Aborígenes puros chegou à pouco mais de 40 mil, pois foram literalmente massacrados pelos colonizadores e expulsos das terras produtivas, migrando para regiões desérticas ou para o Norte da Austrália. (um Inglês de pele clara e acostumado com clima frio, teria dificuldades em se adaptar ao calor infernal de quase 50 graus). Os Aborígenes são extremamente espiritualistas, e no início da colonização (1770) eram tão primitivos que não conheciam o metal. Os artefatos eram feitos ou de madeira, de pedra, ou de osso de animais. Aliás, o Boomerang, não era primariamente um instrumento de caça, e sim um brinquedo para divertimento nas aldeias esculpido na madeira que também era ultilizado algumas vezes como arma, mas o principal instrumento de caça Aborígene era mesmo a lança.
Curiosidade: É muito dificil encontrar nos dias de hoje, um Australiano que saiba jogar um Boomerang, apesar de serem vendidos em qualquer loja de Souvenir.
Por volta de 1806, o racismo dos colonizadores e soldados, chegou à um ponto que além de violar os locais sagrados, os caçavam que nem Cangurus, pelo puro prazer de um troféu. Os soldados das forças armadas da Coroa, visitavam localidades Aborígenes com o intuito de fazer amizade, oferecendo presentes, artefatos e outras coisas de interesse da aldeia. Na verdade, enquanto a alegre festa acontecia, outros soldados envenenavam com arsênico a comida e toda a agua potável que eles tinham. Vilas inteiras incluindo crianças foram varridas do mapa pelo uso de arsênico. O Rum, primeiramente importado da Inglaterra, era oferecido gratuitamente para aldeias Aborígenes, pois os Ingleses sabiam que eles tinham o hábito de beber sem parar por até uma semana consecutiva, até que o coma alcólico ocorresse. Os Ingleses se aproveitavam também do estado de embreaguês dos Aborígenes, para incitar guerras entre aldeias e deixar que eles mesmo se aniquilassem.
Mais tarde, os Aborígenes foram recrutados para trabalhar em fazendas de gado. O pagamento era ridículo comparado ao de um branco. Primeiro os fazendeiros alegavam que os Aborígenes não tinham intimidade com os cavalos (o que era verdade pois eles eram nômades e andavam sempre a pé), depois havia o problema do estilo de vida Aborígene, totalmente comungado com o meio ambiente e a natureza. Na verdade eles nem mesmo entendiam o porque de trabalhar criando vacas, pois a terra e o mar proporcionavam todo o sustento de que necessitavam. Eram tidos como vagarosos e insolentes, porém eram os únicos que aceitavam 2 libras de pagamento por semana, enquanto os brancos não aceitavam menos de 9. Somado a isso, os Aborígenes suportavam tranquilamente o calor, por ter pele bastante negra, ou cor de chocolate, enquanto o branco virava camarão frito com bolhas e queimaduras de sol.
Curiosidade: Nos dias de hoje, muitas fazendas ainda contratam peão-boiadeiro, porém as grandes fazendas devido as grandes extenções, usam helicópteros ou motorcicletas para tocar o gado.
Nos anos 1900 e alguma coisa, com a Austrália já independente da Inglaterra, mas ainda em plena discriminação racial contra qualquer indivíduo que não fosse de descendência Inglesa, um escândalo ainda maior aconteceu contra os Aborígenes. O Fato é conhecido como "The Lost Generation" ou a geração perdida, onde crianças Aborígenes eram adotadas e sumiam de suas aldeias para nunca mais serem vistas novamente. O Objetivo era de quebrar moralmente e psicologicamente qualquer tentativa Aborígene de interferência na vida e na política dos brancos. Recentemente John Howard, primeiro ministro da Austrália, lamentou publicamente este fato, mas não quis pedir desculpas oficiais. (Iria acarretar em milhões de Dólares em indenizações para as famílias ou seus descendentes).
Felizmente a coisa mudou e várias leis anti-discriminação foram introduzidas pelo governo para toda a Austrália. Discriminação racial passou a ser um crime muito sério, com punições severas, apesar de ainda existirem racistas de boca fechada. Para os Aborígenes de hoje, o governo instituiu um mundo de ajudas, facilidades e previlégios que o Australiano comum não tem. Apesar de muitos Aborígenes estarem bastante integrados na sociedade atual, incluindo forte atuação na política, nas artes, em todas as áreas de trabalho, e direito ao voto, a maioria ainda continua vivendo isoladamente em terras e regiões longe das grandes cidades. Infelizmente, parece que o passado ainda não foi totalmente esquecido por muitos deles que ainda se embreagam dias a fio.
Essa é uma história muito triste de tempos remotos com conseguências no presente e difícil de ser esquecida, mas o importante é que tanto o governo quanto a população incluindo os Aborígenes, estão superando esses fatos, e construindo um fututro com justiça e igualdade para todos os habitantes da Austrália.
Fonte: www.yesaustralia.com
quinta-feira, 4 de março de 2010
A História da Calcinha
O que as mulheres de diferentes épocas tinham por baixo da roupa.
1800
Primeiro modelo de calcinha
Surgidos na França, os calções ou pantaloons ficavam abaixo do joelho ou até o tornozelo e eram feitos de um tecido semelhante ao das meias
1900
Combinações
A silhueta curvilínea pedia roupas de baixo menos volumosas. As combinações entre ceroulas e camisolas tornaram-se muito populares
1914 - 1918
Calçolas de tango
Para dançar o estilo mais popular na época da Primeira Guerra Mundial, foi necessária a confecção de calçolas especiais, que permitiam uma movimentação livre e desimpedida
1920
Camibocker
O conjunto de camisola de baixo e calçola em seda com botões nas costas era feito sob encomenda. O hábito de encomendar roupas de baixo sob medida era encorajado pelas lojas finas
1927
Baby-doll
Depois do fim da Primeira Guerra, as peças íntimas se tornaram mais leves e coloridas. Surgiram os modelos baby-doll: a antiga camisola de baixo e as calcinhas unidas numa única peça íntima
1940 - 1950
Caleçon
A modelagem mais usada nessa época era o caleçon, que, modificado, continua fazendo sucesso até hoje
1980 - 1990
Renda, seda, fio dental...
A partir da década de 1980, surgem as calcinhas mais elaboradas. Depois disso, o limite é a imaginação. O modelo ciclista da ilustração, da década de 1990, é ecológico.
Fonte: Rosemary Hawthorne (historiadora de moda)
quarta-feira, 3 de março de 2010
Déjà vu
Eu já passei po isso, e vocês?
Mirtes
Déjà vu é uma reacção psicológica fazendo com que sejam transmitidas idéias de que já esteve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, ou outro elemento externo. O termo é uma expressão da língua francesa que significa, literalmente, já visto.
Sabe-se que nossa memória às vezes pode falhar; nem sempre consegue-se distinguir o que é novo do que já era conhecido. Eu já li este livro? Já assisti a este filme? Já estive neste lugar antes? Eu conheço esse sujeito? - essas são perguntas corriqueiras de nossa vida. No entanto, essas dúvidas não são acompanhadas daquele sentimento de estranheza que é indispensável ao verdadeiro déjà vu. Eu posso até me sentir um pouco confuso, ou indeciso, ou triste por sentir que minha memória já não tem a limpidez de outros tempos, mas isso é natural; o sentimento associado ao déjà vu clássico não é o de confusão ou de dúvida, mas sim o de estranheza. Não há nada de estranho em não lembrar de um livro que se leu ou de um filme a que se assistiu; estranho (e aqui entra-se no déjà vu) é sentir que a cena que parece familiar não deveria sê-lo. Tem-se a sensação esquisita de estar revivendo alguma experiência passada, sabendo que é materialmente impossível que ela tenha algum dia ocorrido. Mas, o que é mais intrigante nesta questão é o fato do indivíduo poder, nestas circunstâncias, experimentar esta estranha sensação de já ter vivenciado o que lhe ocorre, e além disso, também poder relatar (antes de uma observação) quais serão os acontecimentos seguintes que se manifestarão nesta sua experiência.
No entanto, sabe-se que o uso pode mudar o significado das palavras, seja para ampliá-lo, seja para restringi-lo. Embora se possa lamentar algumas dessas mudanças (nos casos em que se gostasse mais do significado primitivo, originário), é preciso ver, nesse processo de mutação semântica, um fator extremamente benéfico e enriquecedor do idioma. Colocando em termos bem concretos: os dicionários engrossam não apenas pelos novos vocábulos que entram no léxico, mas também (e principalmente) pelos novos significados que são acrescidos aos verbetes já existentes. Quando a expressão déjà vu saiu das publicações especializadas em neurologia e psicologia para entrar na imprensa comum, o público, atraído por sua tradução literal ("já visto"), passou a usá-la para designar aquelas situações em que a pessoa tem a sensação de estar vivenciando algo que lhe parece familiar. Pode parecer ironia, mas a expressão que a linguagem técnica associa à estranheza passou, na linguagem usual, a indicar familiaridade. É nesse sentido que escreveu um conhecido comentarista político: "Assistir à instalação na nova CPI trouxe-me uma triste sensação de déjà vu" -, um lamento que equivale à forma popular "eu já vi esse filme".
Parece que o deslizamento semântico da expressão ainda não estabilizou: já há quem use a expressão para designar simplesmente uma situação que está acontecendo pela segunda vez: "Eu não fiquei embaraçado com a cena, porque para mim ela já era um déjà vu". No filme Matrix, Keanu Reeves vê, com um intervalo mínimo, um gato passar duas vezes por uma porta, e descreve o fato como um déjà vu - aqui num emprego ainda mais distante do primitivo, pois designa o fato de ele realmente ter visto uma coisa acontecer duas vezes. Com essa atual indefinição de significados, recomenda-se cercar de todas as cautelas possíveis o uso desta expressão, pois nada assegura que os leitores vão entendê-la da mesma forma que quem a escreveu.
Os especialistas reagem contra a limitação do "vu", que restringiria ao mundo do que pode ser "visto", e já soltaram por aí formas paralelas que fariam referência mais específica aos vários tipos de situação: "déjà véanus" ("já vivido"), "déjà lu" ("já lido"), "déjà entendu" ("já ouvido"), "déjà visité" ("já visitado") - o que pode um dia acarretar um "déjà mangé" ("já comido") ou um "déjà bu" ("já bebido").
Fonte: Wikipédia
Mirtes
Déjà vu é uma reacção psicológica fazendo com que sejam transmitidas idéias de que já esteve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, ou outro elemento externo. O termo é uma expressão da língua francesa que significa, literalmente, já visto.
Sabe-se que nossa memória às vezes pode falhar; nem sempre consegue-se distinguir o que é novo do que já era conhecido. Eu já li este livro? Já assisti a este filme? Já estive neste lugar antes? Eu conheço esse sujeito? - essas são perguntas corriqueiras de nossa vida. No entanto, essas dúvidas não são acompanhadas daquele sentimento de estranheza que é indispensável ao verdadeiro déjà vu. Eu posso até me sentir um pouco confuso, ou indeciso, ou triste por sentir que minha memória já não tem a limpidez de outros tempos, mas isso é natural; o sentimento associado ao déjà vu clássico não é o de confusão ou de dúvida, mas sim o de estranheza. Não há nada de estranho em não lembrar de um livro que se leu ou de um filme a que se assistiu; estranho (e aqui entra-se no déjà vu) é sentir que a cena que parece familiar não deveria sê-lo. Tem-se a sensação esquisita de estar revivendo alguma experiência passada, sabendo que é materialmente impossível que ela tenha algum dia ocorrido. Mas, o que é mais intrigante nesta questão é o fato do indivíduo poder, nestas circunstâncias, experimentar esta estranha sensação de já ter vivenciado o que lhe ocorre, e além disso, também poder relatar (antes de uma observação) quais serão os acontecimentos seguintes que se manifestarão nesta sua experiência.
No entanto, sabe-se que o uso pode mudar o significado das palavras, seja para ampliá-lo, seja para restringi-lo. Embora se possa lamentar algumas dessas mudanças (nos casos em que se gostasse mais do significado primitivo, originário), é preciso ver, nesse processo de mutação semântica, um fator extremamente benéfico e enriquecedor do idioma. Colocando em termos bem concretos: os dicionários engrossam não apenas pelos novos vocábulos que entram no léxico, mas também (e principalmente) pelos novos significados que são acrescidos aos verbetes já existentes. Quando a expressão déjà vu saiu das publicações especializadas em neurologia e psicologia para entrar na imprensa comum, o público, atraído por sua tradução literal ("já visto"), passou a usá-la para designar aquelas situações em que a pessoa tem a sensação de estar vivenciando algo que lhe parece familiar. Pode parecer ironia, mas a expressão que a linguagem técnica associa à estranheza passou, na linguagem usual, a indicar familiaridade. É nesse sentido que escreveu um conhecido comentarista político: "Assistir à instalação na nova CPI trouxe-me uma triste sensação de déjà vu" -, um lamento que equivale à forma popular "eu já vi esse filme".
Parece que o deslizamento semântico da expressão ainda não estabilizou: já há quem use a expressão para designar simplesmente uma situação que está acontecendo pela segunda vez: "Eu não fiquei embaraçado com a cena, porque para mim ela já era um déjà vu". No filme Matrix, Keanu Reeves vê, com um intervalo mínimo, um gato passar duas vezes por uma porta, e descreve o fato como um déjà vu - aqui num emprego ainda mais distante do primitivo, pois designa o fato de ele realmente ter visto uma coisa acontecer duas vezes. Com essa atual indefinição de significados, recomenda-se cercar de todas as cautelas possíveis o uso desta expressão, pois nada assegura que os leitores vão entendê-la da mesma forma que quem a escreveu.
Os especialistas reagem contra a limitação do "vu", que restringiria ao mundo do que pode ser "visto", e já soltaram por aí formas paralelas que fariam referência mais específica aos vários tipos de situação: "déjà véanus" ("já vivido"), "déjà lu" ("já lido"), "déjà entendu" ("já ouvido"), "déjà visité" ("já visitado") - o que pode um dia acarretar um "déjà mangé" ("já comido") ou um "déjà bu" ("já bebido").
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 2 de março de 2010
Meu Mundo é Violeta...
O mundo estará sempre
da cor que você olhar!
Ontem estava escuro
e parecia que ficaria assim eternamente.
Até pensei que não haveria mais luz para iluminar.
Mais nada define os momentos
e cada dia é diferente!
Hoje acordo e tudo mudou.
O mundo estar violeta e contente.
Nem parece que foi tão diferente!
Sentir o sol na pele, o vento no rosto
Vi algumas pessoas felizes e outras infelizes
mais todas de forma diferente!
Pensei que iria ao fundo poço
e vi a luz no fim do tunel apagar.
Mais coloquei a minha luz pra iluminar!
E acendeu uma luz diferente
destas que vem da gente
e nunca vai apagar!
Esqueci de tudo de ontem,
antes de ontem e de antes de ontem ontem...
Pude então enxergar
quanto fui boba em dar valor
a pessoas que vivem suas vidas
sem olhar as cores que estão ao seu redor!
Agora meu mundo é violeta
solto das amarras e das antigas canções!
Agora vou esquecer o ontem
vou viver o hoje
e ter um belo amanhã!
Por/ Elaine Crespo
da cor que você olhar!
Ontem estava escuro
e parecia que ficaria assim eternamente.
Até pensei que não haveria mais luz para iluminar.
Mais nada define os momentos
e cada dia é diferente!
Hoje acordo e tudo mudou.
O mundo estar violeta e contente.
Nem parece que foi tão diferente!
Sentir o sol na pele, o vento no rosto
Vi algumas pessoas felizes e outras infelizes
mais todas de forma diferente!
Pensei que iria ao fundo poço
e vi a luz no fim do tunel apagar.
Mais coloquei a minha luz pra iluminar!
E acendeu uma luz diferente
destas que vem da gente
e nunca vai apagar!
Esqueci de tudo de ontem,
antes de ontem e de antes de ontem ontem...
Pude então enxergar
quanto fui boba em dar valor
a pessoas que vivem suas vidas
sem olhar as cores que estão ao seu redor!
Agora meu mundo é violeta
solto das amarras e das antigas canções!
Agora vou esquecer o ontem
vou viver o hoje
e ter um belo amanhã!
Por/ Elaine Crespo
segunda-feira, 1 de março de 2010
Maturidade
Maturidade é o poder de controlar a raiva e de resolver problemas sem violência e destruição.
Maturidade é paciência.
É disposição para abrir mão de um prazer imediato com vistas a uma vantagem a longo prazo.
Maturidade é perseverança.
É empenhar-se fundo em um trabalho, a despeito da oposição dos contratempos desalentadores.
Maturidade é abnegação.
É atender as necessidades alheias.
Maturidade é a capacidade de enfrentar o desagradável e a decepção, sem se tornar amargo.
Brahma Kumaris
Maturidade é paciência.
É disposição para abrir mão de um prazer imediato com vistas a uma vantagem a longo prazo.
Maturidade é perseverança.
É empenhar-se fundo em um trabalho, a despeito da oposição dos contratempos desalentadores.
Maturidade é abnegação.
É atender as necessidades alheias.
Maturidade é a capacidade de enfrentar o desagradável e a decepção, sem se tornar amargo.
Brahma Kumaris
Assinar:
Postagens (Atom)










