quarta-feira, 16 de março de 2011

Aquarismo ou Aqua-tortura



Não devemos apoiar isto!

Amigos, todo aquarista ama seus peixes pelo menos é o que se espera de uma pessoa que adota este hobby, sabemos que os peixes que criamos em nossos aquários merecem viver da melhor forma possível, por este motivo tentamos imitar ao máximo as qualidades dos melhores biomas dentro de nossos aquários.

Sabemos que para termos sucesso em nosso hobby a troca de informação e experiência são super importantes porque a informação nos dará mais conhecimento acerca de nossos peixes.

Mas quero denunciar aqui coisas assombrosas que são cometidas dentro de nosso hobby, quem nunca viu aquele belo Kinguio sendo vendido em um saquinho minúsculo debaixo do sol quente nas feiras livres? Isto se dá porque existem pessoas inescrupulosas que maltratam os animais em busca de lucro, não pensam no bem estar dos peixes e muito menos na satisfação do cliente, porque ao adquirir um peixe nestas condições suas chances de morte são enormes.

Por este motivo não devemos NUNCA adquirir peixes vendidos desta forma, e orientar a qualquer pessoa que deseja iniciar no hobby a fazer o mesmo, evitando a compra não haverá vendedores.
Porem existe uma prática cruel que vem sendo difundida mundo afora, são os peixes coloridos artificialmente, alguns exemplares mostram em seus corpos desenhos como corações, bandeiras, listras, etc.

Tente imaginar quantos peixes não foram sacrificados na realização desta brutal maneira de pintar? será que devemos apoiar e comprar estes peixes? NÃO!

Não tem nexo comprar estes peixes já que não são naturais, a natureza através de Deus sabe criar e colorir cada espécie, e não adianta o Homem tentar criar algo pois só irá trazer dor e crueldade para os animais assim como já fazem com outros na natureza.

Na internet já vi alguns exemplares de peixe papagaio coloridos artificialmente por "aquaristas" inescrupulosos que alem de pintar ainda amputam partes do peixe para que ele venha adquirir formas extravagantes.

Quero através deste artigo demonstrar meu total repúdio a estes "aquaristas" que agem de forma anti ética e cruel, criando estas aberrações e causando aos peixes dores e tratamento cruel.

Todo aquarista deve ser pesquisador, porém sem infringir dor e agonia para seus peixes, deve pesquisar novas espécies através de cruzamentos naturais e não através de métodos duvidosos.

Cabe a nós colocar um fim a estas práticas cruéis, nunca adquirindo estes peixes e denunciando qualquer logista ou aquarista que comercializar isto.

Essa foto mostra como vemos os peixes um chaveiro com um peixe vivo, ou melhor, morto sem comentários.



• Estude o Assunto antes de entrar no hobby.
• Não compre peixes em feiras.
• Não compre peixes já ensacados.
• Não compre peixes tingidos, tatuados ou com piercing.
• Não compre peixes impossíveis de se manter mesmo que exóticos.
• Não compre em lojas predatórias, com muitos peixes, cuidado pode sair caro.
• Não monte micro e nano aquários, peixes precisa de espaço mesmo o beta.
• Nunca monte um aquário sem filtro uma beteira é um absurdo.
• Nunca compre rações baratas se necessário faça a ração conforme a espécie.
• Não misture peixes de espécies incompatíveis ou de água diferentes.
• Não polua seu aquário de peixes um bom aquário é grande com poucos peixes.
• Nunca compre peixes e corais proibidos coral para substrato só artificial.
• Nunca solte o peixe nos rios principalmente se ele for de outra região.
• Não compre um peixe se não conhecer bem a espécie e seus hábitos.
• Não compre peixes coletados pesquise antes e não acredite em tudo que falam.
• Não aceite peixe de brinde.

Não tenho a intenção de ditar regras do que é certo ou errado nem desestimular o hobby.
Vaso sanitário é pra dejetos humanos não para tumulo de peixes ornamentais. Pense nisso.

Veja este vídeo a seguir. Esses peixes já devem estar todos mortos: o processo de colorir ou tatuar os peixes é muito cruel além de morrer grande parte no processo não terão vida saudável e morrerão em breve.




Fontes:
equetus.blogspot.com
aquarismoreal.blogspot.com
h2hobby.forum.st/Imagens

sábado, 12 de março de 2011

Aniversário de Recife e Olinda




O cotidiano das ruas, Conde da Boa Vista em ritmo frenético, o comércio de microfone plugado chamando a atenção de quem passa, o pescador de siri na beira da ponte e a necessidade de ter o Mercado de São José com suas ervas engarrafadas. O cheiro do mangue, do mangue que resta, com grupo seleto de imponentes caranguejos residentes... Eis que chega carnaval, bloco da saudade ao som de vassouras arrasta multidões, o galo gigante que avisa que é hora de pular ao som dos trios elétricos. A cidade "freve" com o côco, ciranda, maracatu, cavalo marinho,baião, xote, pop, rock. Há quem diga "voltei Recife", mas quem é de Recife, mesmo indo nunca vai, ou melhor, faz que vai, mas não vai. Isso é Recife. Veneza barroca de luz e sombra, de altos e baixos, da cantoria de reis e de baião que se sobressai quando é São João. Ao meu, ao seu Alceu que tantas vezes empurrou a cultura dessa terra a céus estrelados, maestro Forró, explode Spok, são tantos nomes que a gente sabe como começa, mas se termina, não sabemos onde. Cheiro de alfaias batendo com a benção do Bom Jesus se arrastam pelas ruas com um arsenal de artistas com sede. Oh linda, o que falar de você minha linda? Terra que por anos embalou o carnaval de tantos ao som dos clarins, das troças irreverentes, do carnaval único que é feito pelo povo para o povo. Suas ladeiras que contam não histórias de outrora, mas gritam a vida de tantas pessoas que as habitam. É Olinda, tens a sorte de ser eternamente jovem, de ser imortal, com suas igrejas seculares com eiras, beiras e tribeiras. Dos artistas que fazem os teus dias mais cheios de cor, emoldurados por um mar estonteantemente azul que em compasso com o sol te ilumina belle de jour. Parabéns minhas cidades, minha terra, cidades parabólica de saudosos poetas.

Por: Eyder Borges

Fonte Imagens:
asaber.com.br/Olinda
www2.uol.com.br/Recife

terça-feira, 1 de março de 2011

Pavão e o Urubú

Tem um conto japonês milenar que é mais ou menos assim:

Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
-Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez , também refletia no alto de uma árvore:

- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.

Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...

Então cruzaram... e daí nasceu o peru:
QUE É FEIO PRA CACETE E NÃO VOA!!!

Moral da história:

"- Se tá ruim, nem vem com gambiarra que piora!!"

Fontes: Recebido via e.mail
ribeirobr.blogspot.com/Imagem

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Testamento, saída para evitar conflitos......rsrs


Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.
Escreveu assim:

Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.' Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a
conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será
paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta
interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a
conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Fontes:
http://www.realtrader.com.br
nickmartins.com.br/Imagem

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pintura à Flor da Pele


Os artistas nova-iorquinos Chadwick Gray e Laura Spector, fundadores do Museu Anatomy, recriam pinturas clássicas usando o corpo humano como tela no projeto "Anatomia de Museu". Iniciado em 1995, o projeto reúne uma série de fotografias das reproduções, que são feitas por Spector no corpo de Gray.

O artista performático, de 38 anos, tem que permanecer imóvel por até 15 horas para cada quadro pintado nele. No total, Gray já passou mais de 800 horas como plataforma para a pintura.

A dupla selecionou trabalhos de artistas mais e menos conhecidos em museus na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Itália, na Espanha, na África do Sul, no Japão, na República Tcheca e na Tailândia, onde vivem atualmente.

Em seu site oficial, eles dizem que vasculham os arquivos dos depósitos de cada museu e que preferem retratos de mulheres feitos no século 19 ou pinturas que foram guardadas ou escondidas do público por serem polêmicas para a época.

A área em que o corpo de Chadwick Gray é pintado também depende de coincidências com a obra. Em alguns casos, a pose do artista reproduz a imagem, em outros, a pintura se concentra em uma parte do corpo que tem destaque no quadro original.

Depois de reproduzidas no corpo de Gray, as pinturas são fotografadas por Laura Spector e impressas no tamanho do quadro original. O trabalho de Chadwick e Spector está em coleções privadas por todo o mundo.

Fontes:
http://ultimosegundo.ig.com.br/Imagens

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Aurora Boreal e Austral




As auroras boreal e austral são fenômenos visuais que ocorrem nas regiões polares de nosso planeta. Podem ser visualizadas, no período noturno ou final de tarde, a olho nu nas regiões onde ocorrem. São verdadeiros shows de luzes coloridas e brilhantes, que ocorrem em função do contato dos ventos solares com o campo magnético do planeta Terra.


Quando este fenômeno ocorre em regiões próximas ao pólo norte é chamado de aurora boreal e quando aconteceu no pólo sul é chamado de aurora austral. Estes fenômenos são mais comuns entre os meses de fevereiro, março, abril, setembro e outubro.

A aurora boreal pode aparecer em vários formatos: pontos luminosos, faixas no sentido horizontal ou circulares. Porém, aparecem sempre alinhados ao campo magnético terrestre. As cores podem variar muito como, por exemplo, vermelha, laranja, azul, verde e amarela. Muitas vezes aparecem em várias cores ao mesmo tempo.

Em momentos de tempestades solares, a Terra é atingida por grande quantidade de ventos solares. Nestes momentos as auroras são mais comuns. Porém, se por um lado somos agraciados com este lindo show de luzes da natureza, por outro somos prejudicados. Estes ventos solares interferem em meios de comunicação (sinais de televisão, radares, telefonia, satélites) e sistemas eletrônicos diversos.

Curiosidade:

- O nome aurora boreal foi dado pelo astrônomo Galileu Galilei em homenagem à deusa romana Aurora (do amanhecer) e seu filho Boreas.

- Além do planeta Terra, podemos encontrar este fenômeno em planetas como Júpiter, Saturno e Marte.


Fontes:
www.suapesquisa.com
2.bp.blogspot.com/http://pt.wikipedia.org/Imagens

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Eu acuso !


(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)

Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.
(...) (Émile Zola)

Foi uma tragédia fartamente anunciada.
Em milhares de casos, desrespeito.
Em outros tantos, escárnio.
Em Belo Horizonte, um estudante processa
a escola e o professor que lhe deu notas
baixas, alegando que teve danos morais
ao ter que virar noites estudando para
a prova subsequente.

(Notem bem: o alegado “dano moral” do
estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí.

Pelo Brasil afora, ameaças constantes.

Ainda neste ano, uma professora brutalmente
espancada por um aluno.

O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.

O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com
sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua
esposa e filhas, com as lágrimas eternas de
sua mãe, pela irresponsabilidade que há
muito vem tomando conta dos ambientes
escolares.

Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada.

A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso,
às regras de bem viver e à autoridade foi elevada
a método de ensino e imperativo de convivência
supostamente democrática.

No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se
nas ruas que “era proibido proibir”.
Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”.
A coisa continuou:
“Não reprove, que atrapalha”.
Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar
o perfil dos nossos alunos”.
Aliás, “prova não prova nada”.
Deixe o aluno “construir seu conhecimento.”
Não vamos avaliar o aluno.
Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”.
Afinal de contas, ele está pagando...

E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação
geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!),
prosseguiu a todo vapor, em vários setores:
“o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar
‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter
conhecimento é ser ‘crítico’.”

Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos
de panfleto e burocratas carreiristas ganhou
um imenso impulso com a mercantilização
desabrida do ensino: agora, o discurso
anti-disciplina é anabolizado pela
lógica doentia e desonesta da
paparicação ao aluno – cliente...

Estamos criando gerações em que uma parcela
considerável de nossos cidadãos é composta
de adultos mimados, despreparados para
os problemas, decepções e desafios da
vida, incapazes de lidar com conflitos
e, pior, dotados de uma delirante
certeza de que “o mundo lhes
deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas,
cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina,
bem no coração de um professor.
Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia
vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos
todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei.

Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido
processo legal, que se iniciará com a denúncia,
a ser apresentada pelo Ministério Público.
A acusação penal ao autor do homicídio covarde
virá do promotor de justiça.
Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola,
EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende
relativizar tudo e todos, equiparando certo
ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto,
que romantizam a “revolta dos oprimidos”
e justificam a violência por parte daqueles
que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas
do politicamente correto, que impedem a escola
de constar faltas graves no histórico escolar,
mesmo de alunos criminosos, deixando-os l
ivres para tumultuar e cometer crimes
em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com
mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia
a dia, serão pressionados a dar provas bem
tranqüilas, provas de mentirinha, para
“adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação,
que em nome de estatísticas hipócritas e interesses
privados, permitiram a proliferação de cursos
superiores completamente sem condições,
freqüentados por alunos igualmente sem
condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino,
a venda de diplomas e títulos sem o mínimo
de interesse e de responsabilidade com o
conteúdo e formação dos alunos, bem como
de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente,
cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado
e enganado, o qual, finge que não sabe que,
para a escola que lhe paparica, seu boleto
hoje vale muito mais do que seu sucesso e
sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam
seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais
só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo
que o número de alunos com segundo grau completo
cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham
pela massificação do ensino superior, sem entender
que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de
preparo civilizacional, intelectual e moral,
pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno
“terá direito” de se tornar médico ou advogado
sem sequer saber escrever, tudo para o desespero
de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um
“novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”,
pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura
da “vergonha na cara”, do respeito às normas,
à autoridade e do respeito ao ambiente
universitário como um ambiente de busca
do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam
que disciplina é “careta”, que respeito às normas
é coisa de velho decrépito;

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores,
que se tornaram templos de vendilhões, nos
quais votos são comprados e vendidos em
troca de piadinhas, sorrisos
e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade
dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas,
assim como ACUSO os professores que, vendo tais
alunos colarem, não têm coragem de aplicar
a devida punição;

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores
que impedem os professores de punir os alunos
que colam, ou pretendem que os professores
sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram
condutas desrespeitosas de alunos contra professores
e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos
incidentes é diretamente responsável pela ocorrência
dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos
eternamente infantilizados e totalmente despreparados,
tanto tecnicamente para o exercício da profissão,
quanto pessoalmente para os conflitos, desafios
e decepções do dia a dia.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição
ou de grandeza, estes jovens mostram cada
vez menos preparo na delicada e essencial
arte que é lidar com aquele ser complexo
e imprevisível que podemos chamar
de “o outro”.

A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica,
hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto:
“Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor.
Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão.
Se me drogo, a culpa é dos meus pais.
Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema.
Eu, sou apenas uma vítima.
Uma eterna vítima.
O opressor é você, que trabalha, paga suas contas
em dia e vive sua vida.
Minhas coisas não saíram como eu queria.
Estou com muita raiva.
Quando eu era criança, eu batia os pés no chão.
Mas agora, fisicamente, eu cresci.
Portanto, você pode ser o próximo.”

Qualquer um de nós pode ser o próximo,
por qualquer motivo.
Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas.
A facada ignóbil no professor Kássio dói
no peito de todos nós.
Que a sua morte não seja em vão.
É hora de repensarmos a educação brasileira
e abrirmos mão dos modismos e invencionices.
A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar
nas escolas e universidades é fazermos as pazes
com os bons e velhos conceitos de seriedade,
responsabilidade, disciplina e
estudo de verdade.

Igor Pantuzza Wildmann

Fontes:
http://pensamentosrolantes.blogspot.com
irisdequeiroz.blogspot.com/Imagem