sexta-feira, 31 de julho de 2009

Transtorno Bipolar (Conhecendo o inimigo)



No passado, o transtorno bipolar era conhecido pelo nome de psicose maníaco-depressiva, uma doença psiquiátrica caracterizada por alternância de fases de depressão e de hiperexcitabilidade. Nesta fase, a pessoa apresenta modificações na forma de pensar, agir e sentir e vive num ritmo acelerado, assumindo comportamentos extravagantes como sair comprando compulsivamente tudo o que vê pela frente.
Sabe-se que os transtornos bipolares estão associados a algumas alterações funcionais do cérebro que possui áreas fundamentais para o processamento de emoções, motivação e recompensas. É o caso do lobo pré-frontal e da amígdala, uma estrutura central que possibilita o reconhecimento das expressões fisionômicas e das tonalidades da voz. Junto dela, está o hipocampo que é de vital importância para a memória. A proximidade dessas duas áreas explica por que não se perdem as lembranças de grande conteúdo emocional. Por isso, jamais nos esquecemos de acontecimentos que marcaram nossas vidas, como o dia do casamento, do nascimento dos filhos ou do lugar onde estávamos quando o Brasil ganhou o campeonato mundial de futebol.
Outro componente envolvido com os transtornos bipolares é a produção de serotonina no tronco-cerebral (o cérebro arcaico), uma substância imprescindível para o funcionamento harmonioso do cérebro.

Tratamentos

O transtorno bipolar é hoje perfeitamente tratável. Com o uso de medicamentos adequados e de apoio psicológico é perfeitamente possível levar uma vida saudável com o controle dos episódios de mania e depressão. O tratamento exige um acompanhamento profissional, muitas vezes multi-profissional, além do uso controlado de medicamentos adequados.


O apoio e a compreensão por parte da família e dos amigos também é de grande valia. Porém, o mais importante é a pessoa que apresenta esta doença saber que é possível ter uma vida saudável e que ela não é aquilo que está vivendo, mas sim uma pessoa como tantas outras, apensas necessitando de um cuidado especial.

Fonte: Dr. Valentim Gentil Filho (Psiquiatria) e Mirela Mafro (Psicologa)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Eterna Paixão



Tudo que eu quero é ver teu sorriso
Poder sentir o seu cheiro
Estar ao seu lado
Mostrar-lhe o que simples palavras não consegue mostrar
O seu nome guardo em meu coração
Sei que o que sinto não é um breve amor
Mas sim uma eterna paixão
è apenas tão bom estar ao teu lado
Sentir-se por algém amado
Teu sorriso me encanta
Acendeu em meu coração
A chama dessa paixão
Incansável, delirante
Não quero mais nada no mundo
Meus suspiros são todos por te
Meus sonhos sobre te falam
Não quero viver
Se viver for sem você

Rdolfo Koalski







Ortorexia: O que é???


Quando a dieta vira doença...

Evitar alimentos gordurosos, não comer muito açucar, conhecer a procedência do que se ingere, ficar atento aos prazos de validade, e muitas outras dicas são muito frequentes nas falas dos especialistas. E levar todas elas à risca sem abrir excepções é um hábito saudável, certo? Errado.

Por incrível que pareça preocupar-se excessivamente com estas questões pode tornar-se uma doença. A ortorexia é um problema psicológico que se desenvolve com a preocupação descontrolada em manter uma dieta 100% saudável. A obsessão em consumir apenas alimentos orgânicos e o vício pelo produto natural podem desenvolver um trastorno alimentar, assim como a anorexia e a bulimia.

Esta doença caracteriza-se por uma preocupação exagerada com a alimentação. Os ortoréxicos acreditam que apenas os alimentos naturais - muitos vegetais e cereais, e ausência de carnes e enlatados - fazem bem ao organismo.

Embora estejam comprovados os benefícios deste tipo de alimentos,os ortoréxicos acabam por se prejudicar a si mesmos, por levarem a rigidez alimentar ao extremo.

Quando deixam de cumprir com com seus objectivos, são tomados por um sentimento de culpa e em seguida tornam-se ainda mais radicais, o que aponta o carácter doentio de seu comportamento.

Essa preocupação leva o indivíduo a perder horas no supermercado perseguindo informações nutricionais e a abolir tudo que contenha estabilizantes, corantes ou quaisquer outros elementos químicos. Também influencia seu convívio social, na medida em que “ortoréxicos” evitam comer fora de casa, para não perder o controle daquilo que vão ingerir. É uma opção extrema pela alimentação “natureba” e restringe o cardápio quase que unicamente a vegetais e cereais, deixando de lado carnes, enlatados e outros produtos industrializados.

Em suma, a alimentação à base de comidas saudáveis e naturais pode ser útil à saúde, mas quando esta forma de alimentação se torna uma obsessão, ela pode gerar prejuízos físicos e psicológicos.

Fonte: Olhar Vital UFRJ

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Joe Cocker (John Robert Cocker)


Joe Cocker começa a tocar bateria e cantar com a grupo Cavaliers, aos quinze anos. Aos dezessete, assume os vocais da banda, que excursionará pela Inglaterra até 1964. Nesse ano, assina com a Decca e lança o single "I´ll Cry Instead", cover dos Beatles, sem sucesso.

No ano seguinte, forma a Grease Band. Consegue novo contrato solo com a EMI em 1967. “Marjorine” entra no Top 50 britânico. Ainda nesse ano, lança outra cover dos Beatles. "With a little help from my friends" lidera a parada britânica.

O álbum de mesmo nome, com participações de Jimmy Page e Steve Winwood, fica no Top 40 norte americano. Em agosto de 1969, participa do festival de Woodstock. Ainda nesse ano, Joe Cocker! chega ao 11º lugar nos EUA, emplacando o hit "Delta Lady", de Leon Russel, também produtor do disco.

Acompanhado por mais de vinte músicos, Cocker realiza em 1970 a turnê Mad Dogs And Englishmen. Registrada em álbum, chegará ao segundo lugar. Depois da turnê, Cocker mergulha numa crise regada à álcool e drogas. Volta aos primeiros postos das paradas com "You are so beaultiful", quinto lugar nos EUA em 1975. A música está em I Can Stand A Little Rain.

Em agosto de 1977, faz vários shows no Brasil. Lidera pela primeira vez a parada norte-americana com "Up where we belong", dueto com Jennifer Warners que é tema do filme A Força do Destino (An Officer And A Gentleman). A canção ganha ainda o Oscar de 1982.

Na década de 80, só voltará a fazer sucesso com "When the night comes". O single, em dueto com Bryan Adams, chega ao 11º lugar nos EUA. Cocker vem ao segundo Rock In Rio, em janeiro de 91. Nesse ano, sai o álbum Night Calls.

Fonte: Scala

domingo, 26 de julho de 2009

A PAZ....



Este vídeo foi feito com minha mãe, que como eu sempre contemplou a PAZ, ela sempre foi a nossa sustentação o nosso alicerce (filhos, netos e amigos), além de ser uma pessoinha linda, forte, positiva e sempre de bem com a vida, apesar dos seus 75 anos, nunca se abateu com as dificuldades da vida e tem uma fé inabalável.
Mirtes

"Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A Paz começa com um sorriso. Sorria pelo menos cinco vezes por dia para as pessoas a quem você normalmente não daria um sorriso. Faça isso pela paz. Irradiemos a paz de Deus e tornemo-nos o reflexo de Sua luz para extinguir no mundo e no coração dos homens toda espécie de ódio e o amor pelo poder. Sorria junto com os outros, embora isso nem sempre seja fácil."

Madre Tereza de Caucutá

quinta-feira, 23 de julho de 2009

'Stand by me' é regravada em tour pelo mundo...

'Stand by me', a antológica canção da soul music, composta por Ben King, Jerry Leiber e Mike Stoller na década de 60, foi regravada como um mosaico por artistas de nacionalidades variadas e o resultado você vê neste vídeo, feito por Mark Johnson e Jonathan Walls. Impecável - uma galeria de músicos cantam e tocam no mesmíssimo tom - também sob o ponto de vista tecnológico, o vídeo integra o projeto 'Playing for change' (saiba mais em www.playingforchange.com). Encante-se!


Revolução dos Cravos





OS FUZIS E OS CRAVOS

Esta flor tem uma simbologia muito interessante na História: a Revolução dos Cravos, que ocorreu há exatos 34 anos, derrubando em poucas horas e sem violência o regime político que vigorava em Portugal desde 1926.

No dia 25 de abril de 1974, Portugal começou a viver nova fase de sua história. Os militares ocuparam as ruas das principais cidades lusas e acabaram com a ditadura Salazarista. O regime arrasou o país por várias décadas.

Majores, capitães e tenentes foram recebidos pelo povo de forma calorosa. Os fuzis dos soldados foram enfeitados com cravos. Era a Revolução das Flores!!!

Sem derramamento de sangue, iniciou-se um regime democrático. A pátria de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Fernando Pessoa tinha novos heróis. Os militares António de Spíndola, Otelo Saraiva de Carvalho, Ramalho Eanes e Melo Antunes. O Dr. Mário Soares representava a resistência civil.

Que exemplo para o mundo! Na nossa América do Sul, os militares foram às ruas derrubar governos legítimos e implantar ditaduras. Parece que por aqui esse tempo passou. É o que esperamos!!!

"Ao amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, em solidariedade aos soldados em revolta. Existem várias versões sobre quem terá sido, mas uma delas diz que uma florista contratada para decorar a abertura de um hotel distribuiu cravos vermelhos para os soldados e eles depressa os colocaram nos canos das espingardas".

Fonte: Assincronia Produtiva

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Disco voador



A expressão popular disco voador é traduzida do inglês flying saucer ('pires voador'), criada na década de 40 para definir um objeto voador com características físicas semelhante aos pratos voadores lançados ao ar por ocasião dos festejos do reveillon.

Os formatos relatados para tais objetos se diversificaram desde então, mas a expressão disco voador permanece ainda para denominar genericamente um objeto voador que se pressupõe não terrestre.

A existência de discos voadores não é reconhecida oficialmente pela grande maioria dos governos oficiais de todo o mundo, porém algumas testemunhas afirmam ter visto discos voadores.

A quantidade de registos visuais é de certa monta. Supõe-se que esses objetos voadores possam ter origem extraterrestre, principalmente pelo fato de que a extraordinária e impressionante capacidade de manobrabilidade deles é absolutamente incomparável aos equipamentos atualmente produzidos pelo ser humano, sejam eles de caráter militar ou para uso civil.

É muito comum também que se confunda disco voador com OVNI, que é uma sigla para Objeto Voador Não Identificado. Por exemplo: Os satélite artificiais de baixa orbita circular da constelação Iridium e os satélites artificiais de órbita circular mais elevada da constelação GPS circulam o Globo Terrestre a altas velocidades, refletindo a luz solar pelos seus painéis utilizados na geração própria de energia elétrica, mas aqui em baixo o seu curioso aspecto é de um pequeno ponto luminoso que pode ser avistado por qualquer pessoa entre o anoitecer até aproximadamente 20:00 Horas ou 21:00 Horas.

Apesar de serem "relatados" desde tempos remotos da Humanidade, os OVNIs tornaram-se mais conhecidos de 50 anos para cá. Segundo estatísticas dos ufólogos, que são as pessoas que pesquisam o suposto fenômeno.

A expressão "disco voador" é somente usada nos países de lingua portuguesa. Conforme observou o coronel da Reserva da Aeronáutica, Uyrangê Hollanda Lima, em várias línguas as expressões usadas para se referir a supostas naves vindas de outros planetas são "pires voadores" ou "pratos voadores".

Outros exemplos de objetos frequentemente confundidos com discos voadores: Sinalizadores de emergência, balões meteorológicos e de festas-juninas, meteoritos entrando na atmosfera terrestre, nuvens discoidais etc.

Fonte: Wikipédia

Burca (veste feminina que cobre todo o corpo)


O dia em que a escória foi a forra...

Quem você discrimina? Gaguejou, demorou demais para responder. Tudo bem, não precisa responder agora, nem depois de ler este texto.

Diz a lenda que, em determinado momento de nossa história, um grande pensador da humanidade, o senhor Claude Lévi-Strauss, foi convidado a fazer um discurso na ONU onde o tema em questão era cultura, diferenças, tolerância e essa ladainha toda. O mestre Strauss, então, foi ao púlpito, respirou fundo, deu uma ajeitada na cueca que atochava-lhe o rêgo e disse:

- Os povo é assim mesmo, jão. Não tem sociedade tolerante, não, meus trutas do mundo global, todo mundo odeia todo mundo e é assim mesmo… fazer o quê?

Todo mundo esperava uma apoteose onde o senhor supracitado fizesse todos chorarem e porem a mão no coração. Ao contrário. O mesmo tornou-se persona non grata nos arredores da ONU e nunca mais pode ficar junto com um grupo de pessoas com mais de uma nacionalidade diferente. Reza a lenda.

Mas por quê escrever tudo isto? Simples: certo dia estava eu no metrô voltando de um certo lugar e em direção à casa de minha avó. Ao fazer a baldeação em certa estação, deparo-me com uma pessoa muito peculiar à minha frente, na escada rolante: uma senhora envolta por longos tecidos e acompanhada de mãos dadas com seu marido. Iam na mesma direção que a minha. Notei que ela chamava a atenção de todos ao redor, mas não conseguia ver o que se passava, pois ela estava de costas. Até que, quase terminando percurso da escada rolante, vejo o que havia de tão diferente em tudo isto – a mulher usava uma de burca, onde a única parte de seu corpo que ficava à mostra eram seus olhos.

Curioso com a situação, resolvi segui-los, de forma que pudesse pegar o mesmo vagão que ambos e ver o que decorreria de tudo aquilo. E assim foi. Sentaram-se. Fiquei em pé no vagão, enconstado em uma das portas, de modo a ver, em 180 graus, as reações das pessoas em relação ao casal. Todos trocavam olhares e viam com a mesma curiosidade que a minha aquela cena típica de jornais exibindo imagens do outro lado do mundo. Quando, então, uma imbecil quebrou o silêncio.

“Ah, ele que saia logo desse trem, não quero que ele exploda nada perto de mim, que vá pra lá”, dizia uma mulher. Loira, de média altura, exibia traços de obesidade mórbida, seja por não ter sido educada corretamente a se alimentar, seja por não ter bom senso ao escolher uma refeição ou seja por não ter dinheiro suficiente para comprar nada além de um X-tudo em sua hora de almoço. Era o tipo de mulher que é ponto de referência, todos apontam e notam sua respiração ofegante e sua pele lustrada pela transpiração quando passam por ela ao caminharem pela rua. O tipo da mulher que tem vergonha do corpo para ir à praia ou que sente constrangimento ao se sentar em assentos estreitos, mas nunca tem este tipo de sentimento ao comer em público.

Sua interlocutora, que apenas dava risada dos resmungos, era negra. Gargalhava com gosto, exibindo a falta de alguns dentes em sua boca. Por estar naquele horário no metrô, provavelmente retornava de seu trabalho, mas pela sua face maltratada e pela condição histórica que tem sido imposta à sua raça ao longo dos anos no país, provavelmente ocupava um subemprego daqueles em que se é invisível e que os outros só dão sua falta quando você não está lá. Além de sofrer humilhações não-verbais, deve contentar-se com um salário mínimo por mês, que tem de repartir com seus filhos.

“Olha só, coitada da mulher, não dá nem um espacinho para ela respirar! Que absurdo! Como vive assim?”, a loira continuava em tom de deboche para outra pessoa. Este, um jovem pardo. De fones de ouvido e roupas antigas já surradas, era o estereótipo do homem que tem sua entrada negada em uma agência bancária, ou é seguido por seguranças em qualquer loja de departamentos que entre. Também é a cópia fiel daquele que você levanta os vidros do seu carro quando vê atravessar a rua.

As três pessoas não se conheciam até o momento, mas resolveram ficar amigas para fazerem piadas e discriminarem aquele corpo estranho que era o casal. As palavras da loira gorda eram ditas de forma enfática e nem um pouco discreta, de modo que o casal certamente ouvira, visto que a distância era pequena e eu estava mais próximo da mulher de burka e seu marido do que daqueles três mazelados.

Ao casal, sobrou a serenidade de aturar aquelas palavras, visto que não a ouviam pela primeira vez.

Aos três, sobrou a vontade de esquecerem da vida que levavam e de todas as cicatrizes de seus corpos.

A mim, sobrou este texto e a sensação de como somos infelizes.

Ninguém se lembrou de admirar a expressividade dos olhos amendoados daquela mulher.

Disto tudo, apenas Lévi-Strauss tinha razão.

Fonte: teletube.wordpress.com

terça-feira, 21 de julho de 2009

Cats (musical)



Cats é um musical composto por Andrew Lloyd Webber que teve sua estréia em Londres em 1981, mas que se consagrou por mais de vinte anos em cartaz na Broadway. Para realizar esse espetáculo, Llyod Weber musicou uma série de poemas de T. S. Eliot sobre gatos e acrescentou um roteiro, onde Memory foi uma das suas músicas de maior sucesso.
No musical, os gatos jellicle, palavra que só eles sabem o seu significado, se reúnem uma vez ao ano para que seu líder escolha um e apenas um deles para ir a um lugar melhor. Entre os personagens mais marcantes estão Munkustrap, o narrador da história, e Grizabela, the glamour cat.
Essa obra é tida como uma das maiores produções da Broadway, e já foi vista por mais de 50 milhões de apreciadores, num total de 45 mil apresentações.
O musical teve sua estreia no Brasil (São Paulo) no período 09-27.08.2006. e no Rio de Janeiro de 30.08 a 03.09.2006, e em Portugal em 2004, regressando em 2006.
Em 1998, o musical foi gravado em DVD, no Adelphi Theater de Londres, contando com a participação de artistas tais como: Elaine Paige, John Mills, Ken Page, Rosemarie Ford , Michael Gruber, John Partridge, Aeva May, Geoffrey Garratt, James Barron, Jo Gibb, entre outros.

Sinopse

Numa noite especial do ano, todos os gatos Jellicle se encontram no Jellicle Ball. Lá, o líder sábio e benevolente, Old Deuteronomy, anuncia qual deles irá para um lugar chamado Heaviside Layer, onde renascerá uma nova vida Jellicle.

Memory (Tradução)

Memória
Luz do dia
Veja o orvalho no girassol
E a rosa que se desvanesce
Rosas murcham a toa
Como o girassol
Eu ansio girarmeu rosto para o alvorecer
Estou esperando o dia.

Meia-noite
Nenhum som do pavimento
A lua perdeu sua memoria?
Ela esta sorrindo sozinha
Na luz da lampada
As folhas murchas aos meus pés
E o vento começa a gemer

Memória
Tão sozinha no luar
Eu posso rir dos antigos dias
Eu ainda era bela
Eu me lembro dos tempos que sabia o felicidade era
Deixe a memória viver novamente

Toda luz de rua
Parece piscar avisando
Alguém resmunga
E a luz de rua apaga
Logo será manhã

Luz do dia
Eu tenho que esperar pelo raiar do sol
Eu tenho que pensar em uma nova vida
E eu não devo desistir
Quando amanhecer
Essa noite também será uma memória
E um novo dia começará

Acabam as queimaduras de esfumaçados dias
O velho frio cheiro da manhã
A luz da rua apaga, outro noite termina
Outro dia amanhece

Toque-me
É tão fácil deixar-me
Tão sozinha com a memória
Dos meus dia de sol
Se tocar-me
Você entenderá o que felicidade é

Olhe
Um novo dia já começou

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 20 de julho de 2009

BEBE (Bela Performance Artistística )





Nieves Rebolledo Vila (9 de maio de 1978), mais conhecida por seu nome artístico Bebe, é uma cantautora nascida em Valência (Espanha).
Entre as suas canções mais conhecidas encontram-se Ella, Siempre me quedará, ou Malo, que obteve grande sucesso em Itália no verão de 2006.
É uma artistas que se proclama porta-voz da cultura e do folclore. Apesar de ter somente um disco lançado, Bebe renova a música com ritmos populares jovens e letras engajadas. É a prova de que seguir a tradição nao implique em mexer com teias de aranha.

Malo (Tradução)

Você apareceu numa noite fria
Com cheiro de cigarro e Genebra
E o medo me percorria
Enquanto eu cruzava os dedos
Atrás da porta
Sua cara de jovem bonito
Se foi com o tempo
Por suas veias
E sua insegurança machista
Se reflete a cada dia em Minhas lágrimas

Mais uma vez, não
Por favor
Que estou cansada
E não suporto o coração
Mais uma vez não amor por favor
Não grite, porque as crianças dormem
Mais uma vez, não
Por favor
Que estou cansada
E não suporto o coração
Mais uma vez não amor, por favor
Não grite, porque as crianças dormem

Vou voltar como o fogo
Vou queimar teus punhos de aço
E o vermelho das minha faces
Sairá o valor
Para cobrar as feridas

Mau, mau, mau você é
Não se magoa quem se gosta não
Tonto, tonto, tonto
Não se ache melhor que as mulheres
Mau, mau, mau você é
Não machuque a quem se gosta não
Tonto, tonto, tonto
Não se ache melhor que as mulheres

O dia é nublado quando você está
E o sol só volta quando você se vai
E o pesar do meu coração
É ter de lidar com o fogão

Meu rosto de menina bonita
Se foi, envelhecido em silêncio
Cada vez que me chama de puta
Seu cérebro se mostra menor

Fonte:Wikipédia

Hoje seria o aniversário do meu pai...



Pai,
Você me ensinou tanta coisa, porém a mais importante se esqueceu de fazer.
Se esqueceu de me ensinar a viver sem você.
Te amo sempre...
Mirtes

Meu pai um dia me falou
Pra que eu nunca mentisse
Mas ele também se esqueceu
De me dizer a verdade
Da realidade do mundo
Que eu ia saber
Dos traumas que a gente só sente
Depois de crescer
Falou dos anjos que eu conheci
No delírio da febre que ardia
No meu pequeno corpo que sofria
Sem nada entender.

Meu pai tentou encher de fantasia
E enfeitar as coisas que eu via
Mas aqueles anjos agora já se foram
Depois que eu cresci

Da minha infância agora tão distante
Aqueles anjos no tempo eu perdi
Meu pai sentia o que eu sinto agora
Depois que cresci

Agora eu sei o que meu pai
Queria me esconder
Às vezes as mentiras
Também ajudam a viver
Talvez um dia pro meu filho
Eu também tenha que mentir
Pra enfeitar os caminhos
Que ele um dia vai seguir

Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

Dia do Amigo


Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Elisabeth Arden




Elisabeth Arden, de seu nome Florence Nightingale Graham, foi esteticista e empresária, nascida no Canadá. Fabricou o seu primeiro creme de beleza nos anos vinte e revolucionou o mundo da cosmética. O creme Amoretta foi o primeiro de uma longa série de produtos de beleza. Teve, de início sociedade com uma amiga, Elizabeth Hubbard, daí ter adoptado o nome de Elizabeth Arden. Ela ensinou as mulheres a maquilharem-se sem exageros, dado que antes só se pintavam as actrizes e mulheres de má vida. Abriu institutos de beleza em todo o mundo e tornou-se dona de um empório de cosmética hoje dirigido por uma descendente. Durante a sua vida Elizabeth produziu mais de trezentos produtos de cosmética, de qualidade e acessíveis. Casou, em 1915 com um norte-americano, de quem se divorciou e que também estava ligado à cosmética. A grande senhora da cosmética era uma apaixonada por corridas de cavalos. O seu nome consta nas 100 mais famosas personalidades do século XX nos EUA. A sua imagem de marca era usar toilettes sempre cor-de-rosa. Até ao fim da vida foi uma mulher de enorme charme e requinte.

Fonte: biografias.netsaber.com.br

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sonambulismo


O sonambulismo é um transtorno classificado como uma parassonia do sono, também chamado noctambulismo, durante o qual a pessoa pode desenvolver habilidades motoras simples ou complexas. O sonâmbulo sai da cama e pode andar, urinar, comer, realizar tarefas comuns e mesmo sair de casa, enquanto permanece inconsciente e sem possibilidade de comunicação. É difícil de acordar um solâmbulo mas, contrariamente à crença popular, não é perigoso fazê-lo. O sonambulismo ocorre durante os estágios do sono 3 ou 4, chamados sono de ondas lentas (SOL) (ver polissonografia ou eletroencefalograma). É mais comum em crianças e adolescentes. Habitualmente, são episódios isolados, mas pode ter um carácter recorrente em 1-6% dos pacientes. A sua causa é desconhecida e não há tratamento eficaz. Acredita-se, erradamente, que o sonambulismo é a conversão, no estado de vigília, dos movimentos que o indivíduo efectúa durante o sonho. Mas na realidade o sonambulismo ocorre antes do estágio de movimentos oculares rápidos R.E.M., ou rapid eye movement (movimento rápido dos olhos)

Estágios de sono

O sono tem cinco estágios durante os quais as ondas cerebrais diminuem de intensidade até atingir um profundo estado de relaxamento. A baixa atividade se mantém no hipotálamo, ligado à consciência, e no córtex cerebral, que controla os movimentos do corpo.
No caso dos sonâmbulos, essas ondas, vindas de uma área do cérebro chamada ponte, são irregulares. Por isso não cumprem a contento a função de inibir a região motora.
Como as áreas motoras permanecem ativas, o sonâmbulo é capaz de se sentar, andar e trocar a roupa. Já a área relacionada à consciência, no hipotálamo, se mantém quase inativa. E isso explica porque quem sofre desse distúrbio não percebe o que faz nem se lembra de nada no dia seguinte embora algumas vezes podendo se manifestar como por exemplo: ir pagar uma conta a um multibanco ou escrever uma carta devido uma grande preocupação.
Recentemente houve um caso no qual um homem escalou uma montanha durante o sono, e acordou apenas lá em cima. O incrivel é que bombeiros cheios de equipamentos e outros levaram horas para escalar a montanha para o resgate, já que a montanha era muito ingreme.
Muitas pessoas atribuem como uma das causas do sonambulismo o nervosismo ou o medo . Algumas pessoas ja foram encontradas quase pulando de uma janela ou caindo da escada enquanto estavam sonambulas.

Incidência

Dentre as crianças entre 5 e 12 anos de idade, estima-se que 15 a 40% tenham apresentado algum episódio de sonambulismo, pelo menos uma vez na vida. A maior parte das crianças sonâmbulas deixa de apresentar este comportamento a partir da adolescência. Dentre os adultos, as pesquisas estimam que 0,5 a 2,5% apresentam sonambulismo.

Fonte: Wikipédia

sonambulismo

sonambulismo

terça-feira, 14 de julho de 2009

Jane Monheit




Jane Monheit (Oakdale, Long Island, 3 de novembro de 1977) é uma cantora estadunidense.

Pertencente a uma família musical, estudou clarinete e teoria enquanto atuava e cantava em produções teatrais locais. Ela tinha 17 anos quando começou formalmente seu treinamento vocal com Peter Eldridge, na Manhattan School of Music. Em 1998, com 20 anos, ficou em segundo lugar entre vocalistas na Thelonious Monk International Jazz Competition - diante de um júri composto por Dee Dee Bridgewater, Nnenna Freelon, Diana Krall, Dianne Reeves e Joe Williams.

Em 2000, Jane lançou seu primeiro álbum, Never Never Land. Estava acompanhada por notáveis, como o pianista Kenny Barron, o baixista Ron Carter e o saxofonista David "Fathead" Newman. Never Never Land ficou na Billboard Jazz chart por quase um ano, e foi votado o Best Debut Recording do ano por membros da Jazz Journalists Association.

A cantora lançou em 2007 um novo álbum, chamado Surrender, com forte influência da música brasileira.

A musicalidade inata de Jane Monheit é tão extraordinária que podemos ficar otimistas quanto à perspectiva de seu amadurecimento como intérprete. Enquanto isso, devemos apreciar este seu Come Dream With Me exatamente como ele se coloca, isto é, como um doce de sabor sutil, preparado com genuíno carinho e cuidado, e que prenuncia (assim esperamos) sabores mais ricos e complexos.

Fontes: Wikipédia / /www.ejazz.com.br

domingo, 12 de julho de 2009

Ganhei este Selinho Presente


Este e o seguinte eu ganhei do blog Day by Day.

Neste tenho que contar cinco Desejos e cinco Características:

Desejos:
-A Cura
-A Paz
-O respeito aos animais
-Felicidade urgente
-Ser bem melhor do que sou



Características:
-Sonhadora.
-Transmito alegria quando estou em harmonia.
-Agressiva quando necessário...
-Falo o que vem na cabeça quando nervosa.
-Preguiçosa dependendo da ocasião.





Ganhei este Selinho de Presente!



Para ganhar este Selinho tenho que responder cinco coisas que mexem com meus sentidos:

Visão: A lua iluminando o mar, vejo da minha varanda é lindo!!!
Audição: Musicas que me fazem viajar no pensamento.
Tato: Sentir o veludo de uma pétala de rosa vermelha com um leve toque.
Olfato: Adoro perfumes amadeirados.
Paladar: Beijos ardentes....

Não vou indicar ninguém, quem quiser participar é só seguir as regrinhas....

Quero deixar a vontade minhas amigas Blogueiras para participar ou não da confraternização!!

Um beijo em todas e especialmente Elaine Crespo pelo selos que sempre me da de presente!:D

Sem Fantasia


Vem, meu menino vadio
Vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia
Que da noite pro dia
Você não vai crescer

Vem, por favor não evites
Meu amor, meus convites
Minha dor, meus apelos
Vou te envolver nos cabelos
Vem perde-te em meus braços
Pelo amor de Deus

Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu

Ah, eu quero te dizer
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer

De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus

Composição: Chico Buarque

O QUE É A "ÓPERA DO MALANDRO"




A Ópera do malandro, de Chico Buarque de Holanda, estreou em julho de 1978, no Rio de Janeiro. Era época da ditadura militar e o Brasil ainda atravessava um período de repressão, menos intensa que nos "anos de chumbo", é bem verdade. Apenas para nos situarmos no tempo, foi no mesmo ano que nasceu o primeiro bebê de proveta na Inglaterra (Louise Brown), faleceram Orlando Silva, Ziembinski e o Papa Paulo VI, substituído por João Paulo I, que morreu em seguida, dando lugar a João Paulo II. Mas a Ópera continua absolutamente atual, se lembrarmos a crise de um País entregue à falcatrua, ao comércio de bundas, ao capital estrangeiro, à corrupção – questões prementes desde o final dos anos 70, quando a peça foi escrita.
O texto, baseado nas Ópera do mendigo, de John Gray (de 1918) e na Ópera dos três vinténs, de Bertold Brecht e Kurt Weill (de 1928), é ambientada num bordel e retrata a malandragem brasileira, em espetáculo musical, com composições de Chico Buarque de Holanda. Em meados dos anos 80, o conceituado cineasta Ruy Guerra (de Os Cafajestes e tantos outros filmes) transpôs a obra para o cinema. Várias já foram as versões apresentadas no teatro; a última delas trouxe a direção de Gabriel Villela, no ano de 2000 (ver mais sobre a montagem no final deste texto).
Chico Buarque, em 1978, declarou que a sua Ópera do Malandro "é um texto novo, em cima da Ópera do Mendigo (The Beggar's Opera), com detalhes de Brecht". No elenco da montagem original, dirigida por Luiz Antonio Martinez Corrêa, participaram Otávio Augusto (Max), Marieta Severo (Terezinha), Elba Ramalho (Lucia) e Emiliano Queiroz (Geni).
Ambientada em um bordel, ela conta a história de um malandro carioca, tentando sobreviver nos anos 40, final da ditadura de Getúlio Vargas – clima bem parecido com o de 1978. Como espetáculo musical, que é, a trama gira em torno de Max, ídolo dos bordéis. A temática, como não poderia deixar de ser, retrata a malandragem brasileira no submundo da cidade do Rio de Janeiro, com todos os ingredientes capazes de nos transportar àquela época, com a chegada das meias de nylon e dos produtos norte-americanos, que entravam clandestinamente. Não muito diferente da cena das falsificações vendidas pelos camelôs de nossa cidade maravilhosa.
O cenário é a Lapa das prostitutas e da pancadaria; o período – a década de 40 – com a Guerra assolando o mundo e mandando seus ecos para o Brasil. A Ópera do Malandro põe em cena a rivalidade entre o contrabandista Max Overseas e Fernandes de Duran, o dono dos prostíbulos da Lapa. Bem no meio da briga está Terezinha, a filha única de Duran e de Vitória, que se casa com Max sob as bênçãos do Inspetor Chaves, o Tigrão, que "trabalha" para os dois contraventores. O casamento é o golpe final na família Duran: o desgosto dos pais de Terezinha – e, naturalmente, a ameaça aos negócios – é o gatilho da trama em que todos tentam tirar vantagem de todos. A peça cria, ainda, outros personagens inesquecíveis, como Geni e Lúcia, esta última filha de Tigrão e rival de Terezinha.
A peça, na época em que foi montada pela primeira vez, sofreu censura – o que não parece ser muita novidade, nem na carreira de Chico Buarque, nem na história do País. No caso, a letra cantada pela personagem Terezinha teve de ser adaptada. O texto era: "Meu amor tem um jeito de me beijar o sexo, e o mundo sai rodando, e tudo vai ficando solto e desconexo". E passou a ser (como hoje é conhecida pelo grande público): "O meu amor tem um jeito de me beijar o ventre e me deixar em brasa/ desfruta do meu corpo como se o meu corpo fosse a sua casa".
A mudança foi decidida faltando pouco mais de uma semana para a estréia de Ópera do malandro, mas Chico, pouco depois, disse preferir a letra que substituiu a original – pelo menos, foi ela que ficou conhecida.
A Ópera do malandro foi lançada numa época em que a poética de Chico Buarque estava "afiadíssima". Ele vinha de uma tentativa frustrada de montar outro musical, Calabar, sufocado pela censura do regime militar. Talvez, também por isso, a Ópera fale de corrupção policial, do jogo entre o aparato oficial e a bandidagem, tudo bastante atual como mostra o noticiário dos jornais. A trilha produziu várias preciosidades que foram fazer sucesso em outros discos, como Folhetim, cantado por Nara Leão, na trilha, e sucesso com Gal Costa. Chico pegou O meu amor interpretado por Marieta Severo e Elba Ramalho para o disco que tinha seu nome como título, lançado em 1978, e no qual também incluiu a Homenagem ao malandro, numa interpretação sua menos saborosa do que a de Moreira da Silva, na trilha.

Fonte:/www.estacio.br

Esquadros


Eu ando pelo mundo
Prestando atenção em cores
Que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores!

Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção
No que meu irmão ouve
E como uma segunda pele
Um calo, uma casca
Uma cápsula protetora
Ai, Eu quero chegar antes
Prá sinalizar
O estar de cada coisa
Filtrar seus graus...

Eu ando pelo mundo
Divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome
Nos meninos que têm fome...

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm
Para quê?
As crianças correm
Para onde?
Transito entre dois lados
De um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo
Me mostro
Eu canto para quem?

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...

Composição: Adriana Calcanhoto

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Daspu ou Daslu?





Daspu. A moda sem vergonha

"Era 16 de dezembro de 2005, rua de batalha Imperatriz Leopoldina, Praça Tiradentes, centro histórico e boêmio do Rio. Com apoio de artistas e um empresário da noite, assistidas por outros profissionais e apreciadas por gente de toda parte, profissão e origem, seis prostitutas da ONG Davida e uma convidada autônoma lançavam a grife Daspu. Concebida em julho e descoberta em novembro, a iniciativa pretendia, pela moda, sacanear o estereótipo da puta, dar visibilidade aos desafios e conquistas do movimento organizado da categoria, destruir o preconceito e a caretice e, claro, vender roupas para gerar recursos. Um negócio social. Desde então, dezenas de desfiles em ruas, boates, espaços culturais, de moda e de arte, em colégios, congressos e até em vagões de trem, presenciados por milhares de pessoas e retratados em centenas de reportagens mundo afora, consolidaram o desejo e a esperança das fundadoras, que também venderam milhares de produtos."


A megaloja da Daslu foi inaugurada em 2005, em um prédio de arquitetura neoclássica, com 20 mil metros quadrados, quatro andares e ´estacionamento de maridos e amantes´, com carro, lancha e charutaria, na zona nobre de São Paulo. A fita de inauguração foi cortada pelo então governador Geraldo Alckmin, cuja filha mais velha, Sophia, 28 anos, cuidava dos interesses da loja na condição de gerente.

A produção de confecções da Daspu surgiu como uma alternativa de manutenção da ONG Davida, então presidida por Gabriela Leite, e foi lançada em desfile na Praça Tiradentes, área de prostituição do Rio de Janeiro. O nome Daspu foi uma reação espirituosa à pompa da Daslu que, incomodada, tentou na justiça evitar que a grife das meretrizes se desenvolvesse, mas, com isso, acabou dando visibilidade à marca comercialmente indiferente e socialmente rival.

Frases nas camisetas da Daspu:

"Antes de me odiar, me supere"
"As mulheres perdidas são as mais encontradas"
"Me aprecie com moderação"

Fontes: fashionbubbles e Outras

A História do Blues




Começa pela tradução da palavra. “Blues” quer dizer melancolia no jeito peculiar de falar dos habitantes do delta do rio Mississipi, berço do ritmo. E melancólicas são as raízes do blues.

As origens:

O blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, posteriormente definido como "blues", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho. São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão. Porém o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil quando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. Era um modo mais pessoal e melancólico de expressar seus sofrimentos, angústias e tristezas. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues".

Blues é também o nome do estilo de dança informal conhecido por “swing dancing”, estilo sem padrões fixos e principalmente baseado no contacto, sensualidade e improvisação.

Fonte: Wikipédia e outras

Asdrubal Trouxe o Trombone




Eu me lembro que ainda fazia cursinho (pré-vestibular) no colégio e curso UNIÃO, quando a trupe do Asdrubal invadiu salas de aulas e lanchonetes convidando os alunos para assistirem a peça "Trate-me Leão", lembro muito bem de Luiz Fernando Guimarães e suas palhaçadas conversando com a turma (ele é hilário), são lembranças muito marcantes para mim. Não assisti a peça (uma pena), mas conheci um grupo FANTASTICO!!!

Mirtes

Asdrúbal Trouxe o Trombone é o nome de um grupo teatral brasileiro da década de 70, de estilo cômico e anárquico.

Sob influência do grupo britânico Monty Python, e capitaneados por Regina Casé e Hamilton Vaz Pereira, no Rio de Janeiro, em 1972, foi formado um grupo de teatro que revelou uma geração de jovens talentos, que marcaram profundamente a dramaturgia brasileira, sobretudo no jeito de fazer comédia.

Até meados dos anos 70, Asdrúbal trouxe o trombone era apenas um código entre a atriz Regina Casé e seu pai, Geraldo, um dos pioneiros da TV brasileira. Quando aparecia um chato numa reunião ou ele percebia que a festa estava caída, dizia para a filha: "Olha, o Asdrúbal trouxe o trombone." E os dois tratavam de sumir dali rapidinho.

Fonte: /www.aeroplanoeditora.com.br / Wikipédia

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Gripe suína rende piadas...

Bastou acontecer para virar humor na web.












terça-feira, 7 de julho de 2009

Torn (Dilacerada)

Eu pensei ter visto um homem trazido à vida
Ele era carinhoso
Ele chegou como se ele fosse majestoso
Ele mostrou-me o que era chorar

Bem, você não pode ser aquele homem que eu adorei
Você não parece saber ou
se importar para que serve o seu coraçao
Mas eu não o conheço mais

Nao há nada onde ele costumava estar
Minha conversa tem chegado ao seco
Isso é o que está acontecendo

Nada está bem, eu estou dilacerada
Eu estou totalmente sem fé
Isto é como eu sinto
Eu estou com frio e eu estou envergonhada
Estando desnuda no chão
Ilusão jamais transformada
em algo real
Eu estou bem atenta e eu posso ver
O céu perfeito está dilacerado
Você está um pouco atrasado
Eu já estou dilacerada

Então eu acho que a cartomante estava certa
Deveria ter visto apenas o que estava lá
E não uma luz divina
Mas você rastejou entre minhas veias e agora

Eu não me importo
Eu não tenho sorte
Eu não sinto tanta falta
Apenas há tantas coisas
O que eu não posso tocar
Eu estou dilacerada

Eu estou totalmente sem fé
Isto é como eu sinto
Eu estou com frio e eu estou envergonhada
Estando desnuda no chao
Ilusão jamais transformada
em algo real
Eu estou bem atenta e eu posso ver
O céu perfeito está dilacerado
Você está um pouco atrasado
Eu já estou dilacerada

Nao há nada onde ele costumava estar
Minha inspiração tem estado seca
Isso é o que está acontecendo

Nada está bem, eu estou dilacerada
Eu estou totalmente sem fé
Você está um pouco atrasado e eu já estou dilacerada

Composição: Natalie Imbruglia

segunda-feira, 6 de julho de 2009

SÍNDROME DE ESTOCOLMO


Estocolmo, capital da Suécia. São dez e quinze da manhã de uma quinta-feira, 23 de agosto de 1973. Dois fugitivos da prisão entram em um banco, o Banco da Suécia, com o intuito de assaltá-lo. Portando sub-metralhadoras, rendem os guardas, e em pouco tempo colocam todos à mercê de sua truculência.

Após aproximadamente cinco dias de tensão, os assaltantes são rendidos e os reféns, libertados. Mas, certamente, ninguém poderia prever o que aconteceria depois: OS REFÉNS MANIFESTARAM GRANDE HOSTILIDADE CONTRA OS POLICIAIS E DEFENDERAM ARDOROSAMENTE OS ASSALTANTES QUE OS AGREDIRAM E HUMILHARAM. Os reféns passaram a se identificar com os assaltantes. O que teria acontecido?

Os reféns passaram a manifestar um conjunto de sintomas caracterizados por sentimentos positivos que a vítima desenvolve pelo seu agressor ou captor, e sentimentos negativos para com todos aqueles que tentam, de alguma forma, interferir nessa relação de dependência. Esse estranho comportamento ficou conhecido entre os psicólogos como Síndrome de Estocolmo, em alusão ao lugar em que ocorreu o assalto. É por vezes conhecida como Síndrome de Helsinki, e costuma ocorrer após um tempo suficientemente prolongado de intimidação psicológica.

Um exemplo clássico de Síndrome de Estocolmo foi o aconteceu a Patricia "Patty" Hearst, filha do magnata norte-americano William Randolph Hearst. A filha do Cidadão Kane foi seqüestrada por uma organização paramilitar, o Exército Simbionês de Libertação, em fevereiro de 1974. Colocada em isolamento e submetida a agressões sexuais, Patty Hearst foi aos poucos absorvendo o sistema de crenças da organização, tornando-se a guerrilheira “Tanya”. A Síndrome de Estocolmo é conseqüência direta de uma lavagem cerebral.

Outro caso foi o do sequestro da filha de Sílvio Santos, Patrícia Abravanel, que, ao dar entrevistas, lembrava com afeto dos seus sequestradores.

Fonte: /www.midiaindependente.org

Sem Açúcar - Maisa


Todo dia ele faz diferente, não sei se ele volta da rua
Não sei se me traz um presente, não sei se ele fica na sua
Talvez ele chegue sentido, quem sabe me cobre de beijos
Ou nem me desmancha o vestido, ou nem me adivinha os desejos

Dia ímpar tem chocolate, dia par eu vivo de brisa
Dia útil ele me bate, dia santo ele me alisa
Longe dele eu tremo de amor, na presença dele me calo
Eu de dia sou sua flor, eu de noite sou seu cavalo

A cerveja dele é sagrada, a vontade dele é a mais justa
A minha paixão é piada, sua risada me assusta
Sua boca é um cadeado e meu corpo é uma fogueira

Enquanto ele dorme pesado eu rolo sozinha na esteira
E nem me adivinha os desejos
Eu de noite sou seu cavalo....

Composição indisponível

Infidelidade




"A galinha da vizinha é melhor do que a minha" É MENTIRA

Hoje em dia o mundo de entretenimento e das revistas centra-se na premissa que a liberdade sexual é um direito sem restrições. O resultado disto é que a fidelidade conjugal está a tornar-se um conceito fora de moda e sem importância, pelo que o numero de pessoas que são fieis (ao seu casamento) é cada vez menor.

A infidelidade não só destrói um casamento, como também o próprio cônjuge que é infiel. Na realidade:

1.A infidelidade causa dor ao outro.

Um casamento existe quando um homem e uma mulher são unidos não só pela lei mas, sinceramente, pelo amor e respeito mútuo no presente e no futuro. Os casamentos começam com a fé que os dois se entregaram um ao outro e, juntos, querem encontrar satisfação e significado na vida.

A infidelidade começa já quando alguém dirige os seus pensamentos 'sentimentais' para alguém que não é o seu cônjuge. Deste ponto ao adultério consumado pode ser um pequeno passo.

O cônjuge infiel dedica tempo e dinheiro, além da energia física e emocional ao amante, privando o seu cônjuge desses bens: o cônjuge traído paga pela luxúria do cônjuge infiel.

2.A infidelidade mascara o problema fundamental.

A infidelidade poderá ilusoriamente aliviar os sintomas superficiais de descontentamento talvez causado pela sensação de não ser apreciado ou atraente ao parceiro. Mas a infidelidade não soluciona os problemas reais do matrimónio que de certeza irão agravar-se.

3. A infidelidade destrói o cônjuge infiel.

O cônjuge infiel que pensa que, ao esconder o seu procedimento do seu cônjuge, está a proteger o seu casamento, está enganado. Sempre que ele mente ao seu cônjuge que nele confia e que o ama, ele perde um pouco do seu amor-próprio. As mentiras crescem e tornam-se num hábito, muitas vezes inconscientes, e em vez de ele resolver os problemas, acaba por aprofundá-los. Ele vive uma mentira doentia sem o saber.

Enganar-se a si mesmo não é saudável. Antes, prova que se tem grandes necessidades de auxílio.

Será que existe alguma esperança para aqueles que têm sido infiéis?

O primeiro passo a dar é encontrar a razão que levou à infidelidade, e que pode ser, relativamente ao seu cônjuge, uma ou mais das seguintes:

1. Falta de amizade e companheirismo.
2. Insatisfação nas relações sexuais maritais.
3. Falta de sentimentos de amor ou de atracção física.
4. Falta de comunicação.
5. Falta de respeito.
6. Desejo de provar que ainda se é atraente.
7. Desejo de provar a existência de virilidade e sensualidade.

Uma vez que descubra as razões do desvio, pode começar a tratar do assunto. É muito provável que o seu cônjuge esteja consciente da sua infidelidade, e será necessário que os dois falem abertamente sobre o que não está a funcionar bem no casamento. Se quiser encontrar uma solução para os problemas, é imprescindível existir um desejo sincero de mudança de comportamento e de procura de um entendimento, e se o seu cônjuge também reconhecer que talvez tenha contribuído para a situação com as suas próprias falhas, e quiser mudar o seu comportamento, então há uma possibilidade real de o casamento recuperar.

Fonte: vida-radical.planetaclix.pt/infidelidade

domingo, 5 de julho de 2009

James Brown (Gênio do funk)




25 de dezembro se tornou uma data mais marcante ainda. Nesse dia nasceu um sujeito que definiu a civilização ocidental e morreram pelo menos outros dois gênios que definiram as artes do século 20: Charles Chaplin, em 1977, e James Brown.

Assim, "o homem que mais trabalha no show business" tirou férias. Mais do que isso, mais do que "Mr. Dynamite", mais do que o "Padrinho do Soul", mais do que o "Ministro do Super Heavy Funk", todos epítetos dados a si mesmo, James Brown era o funk em pessoa.

Cabelo inacreditável em forma de capacete, dentadura alvíssima, roupas acetinadas e extravagantes e aquele suor constante que umidificava seu rosto, resultado do mais puro sexo que a música já experimentou em cima de um palco. E o sexo que mr. Brown praticava fora dele era tão selvagem quanto a sua música; as moças que apanharam dele que o digam.

As pedras fundamentais do funk, soul, r&b e, por transubstanciação, do hip hop anos depois, "Sex Machine", "Hot Pants", "I Got You (I Feel Good)", "Cold Sweat", "I Got Ants in My Pants" (bastariam os nomes dessas músicas para figurarem numa lista de melhores do pop), além da porrada anti-racista "Say It Loud - I'm Black and I'm Proud" (em que crianças brancas e orientais cantam o refrão), rolam 40 anos depois com o mesmo viço. Bem, clássicos são exatamente isso. Ou, como ele imodestamente disse em 1990, "estou sempre 25 anos à frente do meu tempo".

A capa de cetim que usava nos shows era só um dos aspectos da africanidade de Brown. Ele era o chefe de uma tribo que "aprendeu tudo que ele ensinou -mas ele não ensinou tudo o que sabia", como escrevera em sua autobiografia. A complexidade negra teve poucos tradutores tão viscerais como James Brown.

Apesar de dar voz (improvisada, genial, "good God!") aos negros numa época em que os negros começavam a ganhar voz (e, é claro, ganhava eco entre os brancos), Brown era ambíguo politicamente e conservador em relação aos membros de sua banda, que eram só menos maltratados do que as mulheres que se deitavam com o Funk Soul Brother.

Em 1968, ele cantava alto que era negro e tinha orgulho disso. Anos mais tarde apoiava a reeleição do republicano Richard Nixon. Da banda que comandava com cetro de ferro, Brown chegava a cobrar multa por um sapato menos engraxado do que o aceitável --por ele, o homem que brilhava literalmente da cabeça aos pés. Pergunte a Maceo Parker e a Bootsy Collins.

E Brown dançava. Como ninguém. Talvez como o Diabo. Michael Jackson e seu "moonwalk" são tributários dos rodopios, parcerias com o pedestal do microfone e abertura de pernas, dignos de figurarem em "calças quentes". Mick Jagger, Prince e todos esses "Justin Timbalands" dos anos 2000 também só existem como tais porque antes houve Brown.

Fonte: /musica.uol.com.br

A Turma do Chaves (isso, isso, isso..)


Para quem gostava da turma do Chaves (isso, isso, isso) como eu, o ontem e o depois dos seus personagens.
Mirtes


O seriado Chaves que, há anos é transmitido pela TV aberta, ganhou muitos fãs com as trapalhadas de seus integrantes.

Ainda hoje, mesmo sendo repetido várias vezes, o seriado ainda é considerado um dos melhores já exibidos, fazendo a alegria de muitos.

Confira como eram e como ficaram os principais atores da turma do Chaves.

Roberto Gómez Bolanõs, hoje com 80 anos, é ator, escritor, comediante e compositor.

Carlos Villagrán, hoje com 65 anos, criou o circo “El circo del Kiko” e continua interpretando o “garoto mimado” Quico do seriado.

Angelines Fernández Abad, faleceu em 1994 de câncer no pulmão, resultado do fumo em excesso. Chegou a atuar em algund filmes e ganhou muitas medalhas por sua trajetória artística.

Edgar Vivar, de 63 anos, médico e ator interpretava o Sr. Barriga e o Nhonho. Sua última atuação foi em 2007, no filme “O Orfanato”.

Florinda Meza, de 61 anos, esposa de Roberto Gómez Bolaños desde 2004, continua atuando como atriz.

Horacio Gómez Bolaños, irmão de Roberto Goméz Bolaños, faleceu em 1999 de ataque cardíaco. Realizava trabalhos de produção e diretor, com seu irmão após o término do seriado Chespirito.

María Antonieta de Las Nieves, hoje com 59 anos, foi proprietária de um circo até 2003 e atualmente é atriz de telenovelas.

Ramón Valdés, faleceu em 1988 de câncer no pulmão, ocasionado pelo fumo excessivo, que depois espalhou-se para o estômago. Participou de mais de 100 filmes e seriados de TV em sua carreira.

Rubén Aguirre Fuentes, hoje com 74 anos, desde 1976 é proprietário de um circo e atualmente estaria, segundo a imprensa mexicana, deprimido e bastante fora do peso.


Fonte: Blog Fatos & Boatos

O Caso do Colar de Maria Antonieta





O colar atualmente pertence á condessa de Sutherland. É uma história verdadeira, apesar de ser chamada, indevidamente, de " o caso do colar de Maria Antonieta"

Na verdade a infeliz rainha foi guilhotinada sem saber da existência da jóia.

A condessa de La Motte, uma aventureira descentende bastarda de Henrique II, foi quem armou toda a trama, fazendo crer que Maria Antonieta encomendara o colar, na realidade mandando confeccionar para ela própria , por uma enorme quantia em dinheiro.

O colar era formado de 21 enormes diamantes, com pingentes marchetados com mais de cem outras pedras menores.

A condessa conseguiu persuadir o príncipe Luiz e o cardeal da França que a rainha desejava adquiri-lo " a revelia", e que ela , a condessa, concordara em apoia-la nesta empreitada.

Quando um mensageiro foi buscar a jóia, apresentando uma assinatura falsificada da rainha, o cardeal (descoberto depois) ,era cúmplice", entregou-lhe o colar que já estava em seu poder.

A falcatrua logo veio a tona. O joalheiro reclamou do dinheiro com Maria Antonieta, mas a rainha asseverou não ter conhecimento da jóia.

A condessa de La Motte foi sentenciada a ser marcada a ferro em brasa com um "V" em cada braço. {V de voleuse, ou seja, ladra}

Apropriando-se dos 21 diamantes mais valiosos, ela conseguiu fugir para Londres, onde vendeu as pedras preciosas, vindo a falecer em !791.

O cardeal culpado de cumplicidade, foi destituído do cargo e banido da França.

O incidente serviu para desmoralizar ainda mais a monarquia francesa, tendo sido a gota d´agua a história deste colar, para que se desencadeasse toda a violência ocorrida durante a revolução.

Fonte: images.google.com.br

sábado, 4 de julho de 2009

Depressão Pós-Parto


Conheça Melhor o Que é a Depressão Pós-Parto.

A depressão pós-parto tem as mesmas características de uma depressão normal, ou seja, a pessoa sente uma tristeza muito grande de caráter prolongado, com perda de auto estima, perda de motivação para a vida, podendo até mesmo tentar o suicídio. Em casos mais graves da depressão pós-parto, algumas mulheres apresentam tendência ao abandono do recém nascido ou mesmo ao seu extermínio, afirma.

Fisicamente, sintomas como alterações gastroinstestinais, com ressecamento de boca, de intestino, dores de cabeça, insônias podem ser indícios de uma depressão. Para ser considerado depressão pós-parto é necessário que ela ocorre até o sexto mês após o parto. Essa depressão é prolongada e normalmente necessita de medicamento e acompanhamento psiquiátrico para controlar, pois não é um caso autolimitante.

Conseqüências

Médicos e familiares devem ficar bem atentos aos sintomas para não se confundirem no diagnóstico. No período pós-parto inicial é comum à mulher passar por um quadro de depressão leve, que não traz maiores conseqüências.

Na literatura americana essa depressão leve é denominada de "blues post partum" e atinge 50% das mulheres. Nesses casos o que ocorre é uma vontade de chorar, um "baixo astral" que começa entre o segundo e o quarto dia após o parto e é auto limitante, logo melhora. Não existe um tempo determinado de duração, geralmente vai de 4 a 5 semanas.

A possibilidade de uma "blues post partum" evoluir para um quadro de depressão pós-parto propriamente dito é mínima. Um caso típico de depressão pós-parto já começa com características mais severas.

Indícios

Saber se a mãe terá ou não depressão após o parto, antes do nascimento do bebê é muito difícil. As mulheres com tendência depressivas anterior à gravidez requerem mais atenção dos familiares. A situação da gestação também é um fator a ser avaliado. Uma gravidez rejeitada, ou uma gestação em que houve problemas mais sérios a nível pessoal pode provocar uma associação do problema com o bebê. Tais fatores também podem desencadear um quadro depressivo caso a mãe acredite que a gravidez foi um mal. Depois do nascimento o que tem de ser observado é a intensidade dos sintomas.

Não existe um trabalho específico para prevenção de depressão pós-parto, mas o pré-natal, além de orientar a mãe e prevenir uma série de doenças e problemas com a mamãe e o bebê, também serve como prevenção de uma depressão pós-parto. Durante o pré-natal os médicos procuram dar segurança à mãe tanto em termos orgânicos como psicológicos. Fazendo com que a gravidez da paciente seja tranqüila e com um grau de informação significativo, considera-se que o pré-natal é um fator de prevenção contra a depressão pós-parto.

Fonte: boasaude.uol.com.br

Há 39 anos, morria Sharon Tate (Barbaramente)




A primeira vez que ouvir falar sobre Sharon Tate, foi através da minha mãe que também era fã dos filmes de Polanski, ela ficou chocada como muitas pessoas na época,com esse brutal assassinato pela familia Manson em 1969.
Mirtes

Atriz e mulher do cineasta Roman Polanski foi assassinada pela Família Manson em sua casa, em 1969.

Já era quase meia noite de 9 de agosto de 1969 quando um homem e três mulheres subiram em um poste telefônico e cortaram a linha da propriedade de estilo country da 10050 Cielo Drive, na Califórnia.

Enviados pelo serial killer Charles Manson, Charles Watson, Susan Atkins, Linda Kasabian e Patricia Krenwinkel tinham uma missão naquela noite, destruir a casa do músico Terry Melcher e matar todo mundo que estivesse lá.

A obsessão de Manson por Melcher começou um ano antes, quando ambos foram apresentados pelo Beach Boy Dennis Wilson. Na época, o serial killer era um compositor de rock iniciante que queria um contrato. Terry Melcher se recusou a fechar um negócio.

Em março de 1969, Manson descobriu que Terry Melcher não morava mais na casa da Cielo Drive. O assassino foi procurar o músico na propriedade, apenas para descobrir que ela havia sido alugada pelo cineasta Roman Polanski e sua esposa, a atriz Sharon Tate. A ordem de destruição de propriedade e assassinato foi dada no dia 8 de agosto, e concretizada a sangue frio uma noite depois.

Polanski estava em Londres trabalhando em um filme, mas a casa não estava vazia. Além de Tate, estavam Wojciech Frykowski, amigo do cineasta, Jay Sebring, amiga da atriz, e a cabeleireira Abigail Folger.

Os quatro integrantes da família Manson encontraram primeiro Frykowski, que após ser agredido, ouviu de Susan Atkins "Eu sou o demônio, e vim aqui para fazer o trabalho do demônio". Todos então foram levados para uma sala, amarrados e esfaqueados brutalmente.

Em sua biografia, Charles Watson contou que esfaqueou Tate dezesseis vezes, enquanto ela implorava por misericórdia para ter seu filho. A atriz teria implorado para viver o suficiente apenas para dar a luz, até morrer dizendo apenas "mãe... mãe...". Antes de deixarem a casa, Susan Atkins ainda escreveu a palavra "porco" com o sangue da atriz na porta principal.

Os assassinos e Manson foram presos apenas em dezembro de 1969. O julgamento da Família Manson começou em 1970, mas terminou apenas em 1971. Todos foram condenados à pena de morte, mas tiveram suas sentenças reduzidas para prisões perpétuas. Linda Kasabian, porém, foi liberada por ter sido testemunha de acusação no mesmo ano.

Embora Manson tenha se tornado um completo recluso na prisão, Patricia Krenwinkel se tornou professora na cadeia, e é conhecida por seu comportamento exemplar. Já Charles Watson poderá tentar liberdade condicional em 2011, quando terá 65. Ele se converteu ao cristianismo e escreveu uma biografia sobre a Família Manson. Susan Atkins está com um câncer no cérebro, considerado uma doença terminal. Neste ano, seus advogados pediram misericórdia à Suprema Corte norte-americana, mas tiveram seu requerimento negado em junho.

Fonte: www.rollingstone.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mantra - Os Sons da Iluminação




Em alguns sistemas hindus, diz-se que os mantras são sons primordiais que possuem poder em e por si mesmos. No tantra buddhista tibetano, os mantras não têm tal poder inerente — a menos que sejam recitados por alguém com uma mente focalizada, eles são apenas sons. Porém, para as pessoas com uma atitude adequada, os mantras podem ser poderosas ferramentas que ajudam no processo de transformação.

Os mantras nem sempre possuem um significado claro e muitos deles são compostos por sílabas aparentemente ininteligíveis. Mesmo assim, eles são efetivos porque ajudam a manter a mente quieta e pacífica, integrando-a automaticamente na concentração. Eles fazem a mente ser receptiva às vibrações muito sutis e, portanto, aumentam sua percepção. Sua recitação erradica as negatividades grosseiras e a verdadeira natureza das coisas pode ser refletida na claridade resultante em sua mente.

Como atuam os mantras? O som exerce um poderoso efeito sobre nosso corpo e nossa mente. E pode acalmar-nos e dar-nos prazer ou ter influência desarmoniosa, gerando uma sensação sutil de irritação. O mantra é ainda mais poderoso do que um som comum: é como uma porta que se abre para a profundidade da experiencia. Visto que os mantras não têm sentido conceitual, não evocam respostas predeterminadas. Quando entoamos um mantra, ficamos livres para transcender os reflexos habituais. O som do mantra pode tranqüilizar a mente e os sentidos, relaxar o corpo e ligar-nos com uma energia natural e curativa.

Fonte: www.dharmanet.com.br

I'll Be There (Estarei lá)



Você e eu devemos fazer um pacto
Devemos trazer a salvação de volta
Onde existir amor
Estarei lá
Estenderei minha mão para você
Terei fé em tudo o que você fizer
Basta dizer meu nome
E estarei lá
Você não sabe, querido?
Estarei lá
Estarei lá
Basta dizer meu nome
E estarei lá
Basta dizer meu nome
E estarei lá
Estarei lá para te confortar
Construirei meu mundo de sonhos ao seu redor
Estou tão contente por ter te encontrado
Estarei lá com um amor intenso
Serei a sua fortaleza
Você sabe que pode contar comigo
Deixe-me encher seu coração com alegria e risadas
Somos uma família, por isso sempre que precisar
Basta dizer meu nome
E estarei lá
Estarei lá para proteger você
Com um amor desisteressando que respeita você
Basta dizer meu nome
E estarei lá
Estarei lá para te confortar
Construirei meu mundo de sonhos ao seu redor
Estou tão contente por ter te encontrado
Estarei lá com um amor intenso
Serei a sua fortaleza
Você sabe que pode contar comigo
Se você por acaso encontrar outra pessoa
Eu quero que ela seja muito boa conmm você
Porque se não for
Então estarei lá

Fonte: Letra e Musica (Tradução)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tráfego de Tração Animal (Um Absurdo)


As denúncias de maus-tratos aos cavalos e a todas infrações cometidas por carroceiros incluindo as crianças que conduzem estes veículos de tração animal devem ser espalhadas, objetivando proporcionar elementos que salvaguardem o direito dos animais, que como nós são seres vivos, até quando vamos ver os animais sendo tratados dessa forma?. Sou super a favor da retirada dessas carroças das ruas, pois quem as conduzem geralmente são desumanos e dementes.
Mirtes

Animais precisam de cuidados simples

O veterinário da Secretaria Municipal de Agricultura, que acompanha com a Semma (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) as verificações de denúncias mais graves de maus-tratos, explica que um cavalo exige alguns cuidados básicos, como alimentação adequada, água e descanso. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, só pasto não é suficiente para um animal que faz muito esforço, como os utilizados para puxar carroças e charretes. Além de pasto ao longo do dia e bastante água, os bichos precisam de ração, pois gastam muita energia.

Conforme Dotto, os cavalos necessitam bastante água, inclusive enquanto são utilizados para trabalhar. “Tem que fornecer ração, porque um animal desses está sempre fazendo esforço, e água. Ele não pode ficar uma manhã inteira sem se alimentar”, exemplifica. Por dia, um cavalo deve consumir entre 2 e 3% do seu peso em alimentos. A metade desta quantia deve ser de alimentos concentrados, como rações balanceadas ou misturas de grãos de cereais, e a outra metade deve ser de volumosos, como alfafa e pasto verde. Um cavalo de 400 quilos, por exemplo, com alto nível de atividade física, deveria consumir aproximadamente seis quilos de alfafa ou 20 quilos de capim verde e entre dois e seis quilos de ração, dividas em duas ou três refeições por dia. Estas indicações, no entanto, podem variar conforme o esforço a que é submetido.

Outro ponto importante de se observar é o período de trabalho do animal. Conforme o Código Estadual de Proteção aos Animais, o cavalo não pode ser utilizado tracionando um veículo, ou seja, puxando carroça, por mais de seis horas ininterruptas, sem que seja fornecido a ele alimento e água na quantidade e qualidade necessárias. O documento também proíbe fazer o animal viajar a pé por mais de dez quilômetros sem lhe dar o descanso adequado.

Os proprietários também não devem colocar muito peso na carroça. Do mesmo modo, quando o cavalo se machuca ou adoece, ele deve ser primeiro curado, para só depois voltar ao trabalho. O veterinário aponta que dispor de uma cocheira não é imprescindível, mas o cavalo deve ter à disposição um local onde possa se abrigar da chuva, preferencialmente em um terreno onde ele também possa pastar.

Dotto acredita que os problemas mais comuns verificados em cavalos são fadiga, desnutrição e machucados, causados principalmente pelo trabalho excessivo. Para ele, a solução seria a criação de uma lei municipal regulando o uso de cavalos e determinando punições para os casos de maus-tratos, assim como a construção de um local para receber e tratar animais apreendidos pela Prefeitura. “Quanto aos carroceiros, sugiro a conscientização dos mesmos quanto a cuidados com alimentação, saúde dos animais e maus-tratos, através de palestras.

A foto que foi postada acima diz o seguinte:

"Cavalo esquálido e ferido revolta populares no Centro de Porto Alegre.
Nesta quarta-feira, dia 27 de agosto, no final da tarde, mais um caso envolvendo maus-tratos a um cavalo que puxava carroça causou revolta e indignação. Quem passava pela Otávio Rocha, esquina com Senhor dos Passos, presenciou o resultado de um descontrole social somado à inércia da maioria silenciosa. Um cavalo outrora branco, levando uma carroça com diversos ocupantes, inclusive menores de idade, caiu no asfalto, exausto e com feridas abertas nas patas e no lombo."

Fontes: Solidariedade animal e Animais & Cia